• Mariana Lioto
  • CGN

14 Novembro 2017 | 14h28min

O Sindarspen - Sindicato que defende os agentes penitenciários - deu entrevista coletiva na tarde desta terça-feira sobre a rebelião da Penitenciária Estadual de Cascavel.

Segundo a presidente Petruska Niclevisk Sviercoski um agente fazia o trabalho de quatro, no momento que foi rendido.

Ela destaca que o efetivo atinge o tratamento penal, pois, com poucas pessoas, não é possível cumprir os direitos de estudo e acompanhamento jurídico, psicológico e social.

Para o sindicato se a polícia deixar a unidade hoje, não há condição de seguir com o atendimento na penitenciária. Uma greve não está descartada.

Sobre as acusações feitas pelos presos contra os agentes, de desrespeito aos direitos humanos, Petruska afirma que os acusados são justamente aqueles que mais apreendem celulares e drogas, o que poderia indicar que as acusações são devidas a insatisfação dos presos.

As condições estruturais da PEC depois da rebelião era ruins. O sindicato confirmou que o alarme e a cerca elétrica, que também poderiam ter evitado a rebelião não estavam funcionando. Os agentes chegaram buscar doações e fazer vaquinha para melhorar a segurança da unidade.

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