• Maycon Corazza
  • CGN

28 Setembro 2017 | 10h53min

A perícia realizada no local em que ocorreu acidente com morte na BR-467, no último domingo, deve auxiliar nas investigações conduzidas pela Polícia Civil de Cascavel.

Logo após a colisão, envolvendo carro e motocicleta, em que Jaqueline Fernandes Pereira faleceu, o Instituto de Criminalística realizou todos os levantamentos, pra apurar dinâmica da batida e outros detalhes importantes.

A perícia será essencial para apurar como exatamente ocorreu a batida entre os dois veículos e também possível velocidade do carro e da motocicleta. O laudo deve ficar pronto em cerca de 30 dias.

O condutor do carro, que provocou o acidente, Robert Roger de Matos saiu do local e só foi se apresentar à polícia na terça-feira. Ele negou estar embriagado, afirmou que foi fechado por um carro branco e que não viu a motocicleta e justificou que fugiu porque teve medo de ser agredido.

Ontem, a CGN mostrou relato de uma testemunha, que afirma não ter nenhum veículo branco no momento da colisão, além de ter dito que Robert seguia em alta velocidade e fugiu em um momento em que não havia qualquer risco à sua integridade. O homem que viu a fuga do condutor também questionou o fato dele ter demorado tanto tempo pra se apresentar.

Apesar de ter se apresentado à polícia, Robert foi solto logo na sequência e vai aguardar em liberdade os desdobramentos do inquérito, que pode apontar para homicídio culposo ou doloso. 

Jaqueline era estudante universitária e voltava de um almoço, quando ocorreu o acidente. A mãe da jovem viu a colisão e o momento em que a filha faleceu, caída na canaleta.

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