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  • Mariana Lioto
  • CGN

12 Setembro 2017 | 18h00min

No mês de julho a CGN noticiou que, após o fechamento de lojas da Rede Manica, cerca de 25 funcionários ficaram sem receber nas cidades de Mamborê, Campina da Lagoa, Ubiratã e Goioerê.

Agora, mais um trabalhador procurou a reportagem alegando que foi demitido e não recebeu seus direitos trabalhistas.

Desta vez não se trata de fechamento de loja, mas de uma demissão isolada na filial de Cascavel. O trabalhador, que pediu para não ser identificado, disse que a empresa propôs homologar a rescisão sem o pagamento para que ele pudesse sacar o FGTS, mas até mesmo o Fundo de Garantia dos quase três anos trabalhados não foi totalmente depositado.

"Ficamos sabendo da situação em outras cidades e agora o calote está ocorrendo também aqui. Vou recorrer judicialmente porque é a única forma de receber", disse.

A situação foi confirmada pelo Sindec (Sindicato dos Empregados no Comércio de Cascavel e Região).

“O acerto totalizava R$ 13 mil ou R$ 14 mil, fora o FGTS e eles queriam a homologação sem o pagamento, nós nos negamos a fazer. Seria um grande absurdo”, relata Osvaldecy Pisapio, vice-presidente do Sindec.

A CGN novamente tentou contato com a empresa para um posicionamento sobre a reclamação, mas, da mesma maneira que agiu em julho, não houve retorno por parte da rede Manica.

Segue tramitando na Vara Cível de Corbélia o pedido de recuperação judicial da empresa. Diante das dívidas, a solicitação foi feita em setembro passado e em março deste ano foi apresentado um requerimento de desistência por parte da empresa. A juíza que assumiu o caso em julho ainda não se manifestou no processo para dizer que se haverá ou não a recuperação judicial.

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