• Mariana Lioto
  • CGN

04 Agosto 2017 | 17h32min

Na decisão publicada na tarde de hoje (4) onde foi definido afastamento de Alfredo Kaefer e sua esposa Clarice Roman da gestão do grupo Diplomata, o juiz Pedro Ivo Lins Moreira detalha que os devedores agiram com a "clara motivação de travar a marcha processual", ao apresentar, pela quarta vez, uma arguição de "suspeição ou impedimento", tentando afastar o magistrado do processo.

Segundo a decisão foram usados os mesmos argumentos já rejeitados outras várias vezes.

Eles alegaram falta de imparcialidade, ofensa à honra dos controladores, que o magistrado seria inimigo das partes, entre outros itens.

O juiz afirma que o pedido foi genérico, "resumindo-se a mera acusação lançada ao ar".

Além dos três pedidos já negados, Jacob Kaefer e Clarice Roman também propuseram duas queixas-crime, mas que também foram rejeitadas.

Uma assembleia será realizada em setembro para nomeação de um gestor judicial, até lá os poderes de Kaefer e Clarice serão limitados. Com aval do Ministério Público, o juízo entendeu que existe risco de fraudes caso a nova gestão siga no poder.

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