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  • Mariana Lioto
  • CGN

17 Julho 2017 | 18h37min

O juiz Pedro Ivo Lins Moreira, da 1ª Vara Cível de Cascavel, aceitou, na tarde desta terça-feira, o pedido de recuperação judicial formulado pelo Atacado Liderança no mês passado. Segundo o magistrado, uma perícia prévia contratada avaliou que a recuperação é possível pelos aspectos econômicos e judiciais.

O valor da dívida é estimado em R$ 18,5 milhões. A empresa declarou ainda receita anual de R$ 40 milhões e ativo de R$ 68,7 milhões. Com a recuperação judicial aceita, a empresa poderá exercer suas atividades sem certidões negativas e terá todas as ações ou execuções suspensas por 180 dias.

O juiz determinou que em 15 dias a empresa e o administrador judicial apresentem um relatório com as providências preliminares adotadas. Em 60 dias a empresa terá que apresentar o plano de como pretende pagar as dívidas; proposta que será submetida a avaliação dos credores.

Sobre este plano, o juiz destacou que ele precisa provar viabilidade e qualquer tentativa de fraude

“A viabilidade econômica deve trazer demonstração objetiva e matemática abarcando todo universo de credores das recuperandas, sejam concursais ou não. A impropriedade, falseamento ou dolo na elaboração do laudo econômico-financeiro e de avaliação é passível de responsabilização pessoal”.

Durante a recuperação, a prestação de contas será mensal e a Justiça recomenda que seja criado um site para que as informações sejam disponibilizadas.

A empresa Valor Consultores, de Maringá, foi nomeada a administradora judicial. O juiz fixou em 3,227% do passivo o valor da remuneração para o trabalho. O valor será pago 60% em 24 parcelas mensais de R$ 15 mil (começando em agosto) e os 40% restantes ao final da recuperação.

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