Últimas de Cotidiano
  • Há 3 Horas Paraná gerou 25 mil empregos de janeiro a agosto
  • Há 4 Horas Mulher é detida pela PRF com cocaína presa ao corpo
  • Há 4 Horas Rotam apreende pistola argentina em Santo Antonio da Platina
  • Há 4 Horas Kim diz que ameaça de Trump foi 'declaração feroz de uma guerra'
  • Há 4 Horas Aparecida terá estátua maior que o Cristo Redentor
  • Há 5 Horas PM detém assaltantes de panificadora de Siqueira Campos
  • Há 5 Horas Mega especial acumula e pode pagar R$ 35 milhões no sábado
  • Há 5 Horas Espingarda dispara e mata pescador dentro de barco
  • Fábio Wronski
  • UOL

19 Maio 2017 | 17h59min

O dono da JBS, Joesley Batista, disse, em delação premiada, que atuou juntamente com o deputado João Bacelar (PR-BA) na compra de cinco deputados federais, ao custo de R$ 3 milhões cada um, para votarem contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo Joesley, no dia 9 de abril de 2016, um sábado, uma semana antes da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, ele se reuniu com Bacelar. Na ocasião, segundo o delator da JBS, Bacelar disse que "tinha conseguido convencer 30 deputados a votarem a favor de Dilma em troca de R$ 5 milhões cada um".

Joesley, no entanto, diz ter concordado com a "compra" de apenas 5 deputados no valor total de R$ 15 milhões divididos em parcelas.

No depoimento, o dono da JBS, porém, afirma que não lembra quais eram os parlamentares que receberam o pagamento. Segundo ele, o dinheiro era distribuído por João Bacelar, e que só tinha conseguido repassar R$ 3,5 milhões.

Parte do pagamento - R$ 500 mil -, diz Joesley, ocorreu em março deste ano.

Com informações UOL.


Carregar mais notas ao vivo
1 comentário
Mostrar Mais
Envie seu comentário