• Luiz Oliveira
  • CGN

19 Maio 2017 | 05h35min

Indignado por um atendimento que recebeu na unidade central da Acesc de Cascavel, o mestre de obras Wilson João Kellerer contatou a reportagem da CGN nesta madrugada (19) para falar sobre o caso.

Wilson inicia o relato apontando alguns transtornos que teve ao tentar trazer o corpo de sua sogra, que faleceu aos 84 anos na comunidade de São Luis, na região de Santa Helena, até Cascavel para a realização do velório.

O espaço desejado pela família para o velório era a capela da Acesc do Bairro Jardim União, local mais próximo dos familiares. Porém, foi dura o caminho para concluir esta tarefa, segundo Wilson.

A família precisou procurar um plano particular para fazer a remoção do corpo até o IML (Instituto Médico Legal) de Toledo e, depois, para a Acesc de Cascavel.

A irritação de Wilson se elevou quando ele fazia as tratativas com um funcionário da Acesc que atua na unidade localizada na Rua do Rosário.

O homem afirma que o funcionário da Acesc estava etilizado e diz que foi mal atendido. Ainda segundo os relatos, uma segunda família que também tentava assegurar um local para velório também teve problemas com o mesmo funcionário.

Wilson se diz indignado por ter sido mal atendimento e pela suposta situação de embriaguez do funcionário.

O homem pede que providências sejam tomadas e que o caso seja apurado.

A prefeitura respondeu através de nota:

A ACESC informa que ficou muito surpresa com essa reclamação, pois não é o que espera dos seus servidores, inclusive, em reunião com os mesmos sempre se solicita o bom atendimento.

 Com relação a esse caso, uma equipe foi pela manhã conversar com o cidadão que fez a reclamação, na Capela do Jardim União, onde as desculpas pelo ocorrido foram solicitadas.

Informamos também que as providencias cabíveis serão tomadas quanto a esse fato.


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