Últimas de Cotidiano
  • Há 6 Minutos Morcego com raiva é encontrado em Araucária
  • Há 16 Minutos Operação 'Sinal Fraco' apreende carne imprópria
  • Há 21 Minutos Baiana com barriga gigante recebe ajuda após divulgação de vídeo
  • Há 27 Minutos Funcionário de empresa de segurança morre em acidente na PR-473
  • Há 34 Minutos Temer lança programa e diz sonhar que ninguém mais viva de bolsa família
  • Há 1 Hora Morador perde dinheiro ao cair no golpe do 'bilhete premiado'
  • Há 1 Hora Colisão entre carro e moto deixa moça ferida
  • Há 1 Hora Agricultor sofre acidente e passa dois dias na mata gravemente ferido
  • Mariana Lioto
  • UOL

03 Março 2017 | 12h56min

Gritos de "assassina" e outros xingamentos marcaram a reconstituição do crime envolvendo Itaberlly Lozano, de 17 anos, no final da tarde desta quinta-feira, 2, em Cravinhos, no interior de São Paulo. A mãe do rapaz, Tatiana Lozano, acusada pelo assassinato do filho, mostrou como ele foi morto e teve o corpo queimado em um canavial.

Tatiana, no entanto, nega ter esfaqueado o filho e que o motivo seja homofobia. O rapaz era gay e teria enfrentado problemas com a família. Já a polícia viu contradições nos depoimentos da mulher, do padrasto e de dois jovens, que também estão presos por participação no crime.

O delegado Helton Renz disse que a mãe voltou atrás após confessar a autoria e agora culpa os rapazes pelas facadas que mataram o filho. Porém, confirma ter ajudado a levar o corpo para o canavial e depois voltado lá para incendiá-lo.

Os outros envolvidos não participaram da reconstituição do crime, cometido no fim do ano passado. Além deles, uma adolescente de 16 anos também está apreendida por participação no caso.

"A mãe confirma apenas ter queimado o corpo com gasolina", contou o delegado.

Apesar das alegações, o Ministério Público já adiantou que pretende apresentar denúncias contra Tatiana por homicídio, causado por homofobia, e ocultação de cadáver.

As informações são do UOL.

Carregar mais notas ao vivo
Envie seu comentário