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  • Redação CGN

03 Fevereiro 2017 | 17h43min

Durante o mês de janeiro a Secretaria de Educação de Cascavel tornou pública a preocupação de que não houvesse merenda escolar para começar o ano letivo, na próxima segunda-feira, dia 6 de fevereiro.

Hoje, a coordenadora do setor, Margarete Tonin, conversou com a CGN por telefone e tranquilizou os pais: mesmo com variedade reduzida, os cerca de 29 mil alunos da rede municipal não vão passar fome nos primeiros dias de aula.

“Um cardápio diferenciado foi criado a partir dos itens que temos disponíveis. Nossa maior dificuldade era com as carnes, que estavam com estoque zerado. Conseguimos a compra de carne moída e carne de porco. Temos previsão de receber frango e bife durante  a semana, assim aos poucos a situação vai ser normalizada”, pontua.

Segundo ela, as escolas não precisarão comprar itens essenciais. O feijão e o óleo de soja, que também estavam com estoques zerados chegaram. A merenda é composta por 80 itens diferentes e, segundo Margarete, com as entregas feitas esta semana, menos de dez estão em falta.

Parte da compra foi possível graças a um recurso emergencial, de R$ 300 mil. Segundo a coordenadora a verba permitiu a compra de itens da licitação anterior até que o novo certame seja concluído. Os alimentos seriam suficientes para o mês de fevereiro e a expectativa é que em março a nova compra esteja concluída.

O desespero foi tamanho que a secretaria chegou a entrar em contato com outras pastas, tentando “pegar carona” em licitações realizadas por eles, mas não havia licitação em aberto com sobras nas quantidades necessárias para atender a grande demanda de alunos.

No ano passado foram gastos cerca de R$ 10 milhões pelo Município para a alimentação escolar. As crianças dos Cmeis e do Tempo Integral recebem cinco refeições diárias, as demais recebem uma refeição. 

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