• Redação CGN
  • Assessoria

01 Fevereiro 2017 | 17h12min

Nesta quarta-feira (1º) os vereadores Mauro Seibert (PP), Fernando Hallberg (PPL), Policial Madril (PMB) e assessores dos vereadores Pedro Sampaio (PSDB) e Valdecir Alcântara (PSL) conversaram com representantes do Sinttracovel (Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivo Urbano de Cascavel) para entender quais as implicações da regulamentação da função de agente de bordo.

O Projeto de Lei 2/2016 – aprovado pelos vereadores da legislatura passada no dia 20 de dezembro – obriga a presença do agente de bordo em pelo menos 30% dos veículos do transporte coletivo. Antes, porém, da troca de prefeito, Edgar Bueno (PDT) vetou a matéria, alegando que a medida criaria novas despesas às empresas de transporte e concomitantemente, aumentaria o valor da tarifa.

O Sindicato destaca que os agentes de bordo já fazem parte do quadro da empresa.  Caberia ao agente de bordo auxiliar os cadeirantes, portadores de necessidades especiais e idosos, prestar orientações e segurança ao usuário e ao motorista e, quando necessário, recarregar ou vender os cartões da bilhetagem eletrônica.

Os vereadores explicam que é necessário conversar com todos os envolvidos na questão para votar com responsabilidade na manutenção ou derrubada do veto, que deve acontecer nas primeiras sessões da Câmara, em fevereiro.

Posicionamento

Ouvidas a respeito do assunto, as empresas concessionárias do transporte coletivo, através de sua assessoria de imprensa, reiteram que a criação da função do agente de bordo, assim como a manutenção dos cobradores em seu quadro de empregados, apesar de o sistema funcionar há mais de um ano totalmente por bilhetagem eletrônica (sem pagamento em dinheiro nos ônibus), gera forte impacto na tarifa e força sua elevação para mais de 4 reais para manter os custos da operação.

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