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  • Maycon Corazza
  • CGN

27 Janeiro 2017 | 10h27min

"Primeiro vamos analisar criteriosamente a planilha de custos apresentada pelas empresas. Depois vamos conversar com os empresários antes de tomar uma decisão". A afirmação é do prefeito Paranhos e refere-se ao pedido de revisão tarifária de 6% apresentada pelas empresas que operam o transporte coletivo de Cascavel. Se aplicado esse índice, a tarifa subiria dos atuais R$ 3,30 para R$ 3,55.

De acordo com o presidente da Cettrans (Companhia de Engenharia de Transporte e Trânsito), Alsir Pelissaro, as empresas pede a correção dos valores dos insumos, entre os quais o óleo diesel, manutenção da frota (reposição de peças) e folha de pagamentos - esses três têm o maior peso na planilha.

Após a análise da planilha, o prefeito Paranhos deve convocar uma reunião com os empresários do setor para discutir alternativas. A intenção do prefeito é convencer os empresários de que um reajuste na tarifa nesse momento de crise seria extremamente prejudicial aos trabalhadores, aos empresários que pagam o vale-transporte e ao próprio sistema, já que um dos impactos seria a redução ainda maior do número de passageiros. "Vamos apostar no diálogo e no bom senso, agindo sempre com responsabilidade", enfatizou.

Não há uma data estabelecida para essa decisão.

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