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  • Mariana Lioto
  • CGN

09 Janeiro 2017 | 17h21min

Das 61 escolas municipais, 15 precisam de reformas de maneira emergencial, segundo avaliação inicial do Município. Nesta primeira lista, no entanto, não entrou outra escola problemática quanto à estrutura: a Escola Gladis Maria Tibola.

A unidade funcionava na estrutura do antigo Colégio Washington Luiz e em agosto de 2014 foi transferida, pois o prédio ameaçava desabar. Desde então o atendimento se dá em um barracão improvisado na Rua Erechim. São praticamente dois anos e meio e a sede própria da escola não saiu do papel.

No diagnóstico da Secretaria de Educação, apresentado hoje na prefeitura, o Município afirmou que o primeiro passo é procurar um terreno para receber a escola. A área da estrutura antiga, em local privilegiado do Centro, foi destinada à construção de uma nova delegacia de polícia e outros serviços de segurança pública.

No orçamento de 2017 também não foram reservados recursos específicos para a obra da escola e sequer existe um valor definido para o custo.

Outra unidade que precisa ganhar espaço é a Escola Paulo Freire, que faz a alfabetização de adultos. Neste caso já existe recurso federal destinado para a obra, falta apenas o município decidir qual terreno público irá abrigá-la.

Panorama

O município apresentou na manhã desta segunda-feira (9) um diagnóstico inicial sobre as condições da Secretaria de Educação. Neste momento inicial, praticamente não foram repassados prazos para a solução dos problemas, o planejamento deve ser feito na sequência.

Para o prefeito Leonaldo Paranhos os números são preocupantes, mas não servem para desanimar e sim para “estimular”. Ele pediu o esforço pessoal de todos para atender as prioridades.

O orçamento estimado para 2017 é de R$ 243 milhões para a Secretaria de Educação.  

Veja os outros assuntos abordados no diagnóstico.

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