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  • Mariana Lioto
  • CGN

09 Janeiro 2017 | 11h17min

A fila de vagas para a educação infantil pode até diminuir, mas a impressão que se tem é que não acaba nunca. A situação dos Cmeis (Centros Municipais de Educação Infantil) foi um dos assuntos abordados durante a apresentação do diagnóstico inicial sobre a Secretaria de Educação, feito na Prefeitura, na manhã de hoje (9).

A preocupação inicial é com 80 crianças com idade de 4 e 5 anos que estão fora das unidades. Por lei, com esta idade a criança já tem direito a uma vaga na educação e o município precisa atender 100% do público, seja em Cmeis ou na pré-escola.

Também geram preocupação os casos de famílias que estão recorrendo à Justiça - principalmente via Defensoria Pública - para conseguir a vaga em Cmei. Segundo Marcia Aparecida Baldini, somente na última semana o município respondeu mais de 50 casos pedindo mais prazo para o Ministério Público para conseguir encaixar as crianças.

Fila

Além das 80 crianças que têm direito à vaga pela idade, a fila geral é de 2.792 crianças. São 1.044 na região norte, 886 na região Sul, 600 na região Oeste e 342 na região leste.

Ainda não foi divulgado um prazo para conseguir reduzir ou zerar esta fila.

Gestão anterior

Na prestação de contas de sua gestão, o Prefeito Edgar Bueno disse que entre 2009 e 2016 o número de crianças na educação infantil saltou de 2 mil para 10.589 crianças atendidas, com 22 novos Cmeis. 

Panorama

O município apresentou na manhã desta segunda-feira (9) um diagnóstico inicial sobre as condições da Secretaria de Educação. Neste momento inicial, praticamente não foram repassados prazos para a solução dos problemas, o planejamento deve ser feito na sequência.

Para o prefeito Leonaldo Paranhos os números são preocupantes, mas não servem para desanimar e sim para “estimular”. Ele pediu o esforço pessoal de todos para atender as prioridades.

O orçamento estimado para 2017 é de R$ 243 milhões para a Secretaria de Educação.  

Veja os outros assuntos abordados no diagnóstico.

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