• Maycon Corazza
  • Rádio Pioneira

06 Janeiro 2017 | 09h16min

A redução na carga horária de funcionários técnicos em necropsia do IML (Instituto Médico Legal), órgão mantido pelo Governo do Estado, dificultou a retirada dos corpos das vítimas fatais do acidente aéreo registrado nesta quinta-feira (05) em Tangará da Serra.

Visando amenizar o problema um funcionário da Santa Cruz Serviços Funerários tomou uma iniciativa importante para que fossem retirados os corpos do local. Ailton Alexandre de Oliveira conta que diante da constatação de que não havia funcionários do IML para ir ao local, pediu autorização na Delegacia Municipal para que pudesse fazer a retirada dos corpos e levá-los até o Instituto.

Sem autorização ou sem a presença dos funcionários do IML, não seria possível a remoção. "É preciso entender a situação e ser parceiro nessas horas. Vi que na escala do IML, hoje não havia técnico disponível para fazer a remoção e para não correr o risco de ter que aguardar horas para retirar os corpos, o que é uma situação desagradável para as pessoas envolvidas, conversei com os responsáveis pela ocorrência que me autorizaram a retirar", disse Ailton Oliveira.

Os corpos de José Torres Sobrinho, 59 anos e da esposa dele, Solésia Stringari Torres. continuam no IML, de onde devem ser liberados ainda nesta sexta-feira. Eles serão transladados para Cascavel – PR onde residia a família.

No avião estavam além do piloto e da esposa, a filha do casal Gabriela Stringari Torres, de 28 anos e seu esposo Fábio Brandalize. Os dois foram encaminhados pelo SAMU (Serviço Atendimento Móvel de Urgência) para o Pronto Socorro Municipal e encontram-se internados em um hospital particular de Tangará da Serra.

Informações são do site da Rádio Pioneira, com colaboração de GComunicação.

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