Hoje a CGN completa seus sete anos de vida… Sete anos no ar, fazendo jornalismo de vanguarda, abrindo trincheiras, plantando sementes e, claro, criando raízes sólidas no webjornalismo… É uma escola para Cascavel, o Paraná, o Brasil e, sim, também o mundo… Ninguém faz o que fazemos, nem como fazemos… Na edição de hoje da Gazeta do Paraná, escrevi sobre a nossa “caçula” que já é “gigante”… Parabéns a toda equipe da CGN

 

A “caçula gigante”

 

Em um ponto qualquer de Cascavel ouve-se um barulho estrondoso e logo as sirenes: ambulâncias, polícia, bombeiros! O que será que aconteceu?! E alguém já responde: “entra na CGN que a gente já fica sabendo”. Exatamente assim. O que acontece em Cascavel está registrado na CGN, a Central Gazeta de Notícias, uma aposta calcada na visão empreendedora e de vanguarda do empresário e também jornalista Guilherme Formighieri. Já são sete anos de um “laboratório” diário que tem na velocidade da informação uma característica, mas na sua credibilidade a maior marca e patrimônio.

A CGN é, hoje, apesar de ser jovem, a quem chamamos (nós da Gazeta do Paraná) de “caçula”, o maior portal de informações do interior do Paraná, quiçá do interior do Brasil. Com mais de 9,6 milhões de acessos cravados no mês de outubro, em apenas um mês, o portal teve um crescimento de quase dois milhões de acessos confirmados pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação), que é o parâmetro “oficial” utilizado pelos jornais impressos e também portais de notícias para conferir a circulação e o volume de acessos dos portais. Como diz o Guilherme, “É muita coisa. É gratificante saber que estamos em Cascavel e conseguimos conquistar todo o estado em um volume tão grande”.

Mas, não é só isso. No mês do seu sétimo aniversário, a CGN foi “palestrar” em São Paulo à convite da Google, a segunda marca mais valiosa no atual mundo dos negócios e o buscador mais utilizado pelos internautas do planeta. Tudo isso fez com que a CGN tenha “milhões de motivos” para festejar este sete anos de árduo trabalho e investimentos, não apenas de recursos e estrutura, mas também de muito suor e o comprometimento dos profissionais que constroem, diariamente, durante 24 horas, um portal que traz “a notícia em tempo real e ponto”.

E, finalmente, mas não menos importante, o sucesso de todo e qualquer veículo de comunicação depende do seu comprometimento com a veracidade das informações e o seu público. Por isso, a “nova geração da imprensa” trata a ação policial, o grave acidente de trânsito, as denúncias de descaso do poder público em todo os setores ou os pedidos para ajudar a encontrar documentos e ou o “cachorrinho perdido” com a mesma responsabilidade e isenção! E atenção: se a CGN publicou, o “mundo” sabe!

A ação movida pelo deputado estadual Professor Lemos (PT), derrotado por Edgar Bueno (PDT) na eleição do ano passado é até legítima se considerarmos os instrumentos fornecidos pela Justiça Eleitoral e pelo próprio jogo político e democrático. Porém, qualquer movimentação extra, que não esteja na esfera legal e judicial, pode ser um verdadeiro “tiro no pé”… Os episódios desta semana em que a Câmara Municipal de Cascavel acabou por atrair todos os holofotes da cassação do prefeito de Cascavel e seu vice, determinada pelo TR-PR que deu provimento parcial (veja bem “provimento parcial” – ainda tem água para passar debaixo dessa ponte), “quase” chegaram ao patamar vexatório com a resposta que Tribunal, através do relator Rodrigo Kravitz, que “lembrou” a presidência da Casa e sua Procuradoria Jurídica que é preciso esperar o pronunciamento daquela corte e a formal comunicação para se tomar qualquer atitude…. Mas, quem não sabia disso? Cascavel não merecia mais uma trapalhada dessa…

Escrevi no editorial de hoje, da Gazeta do Paraná, que alguns fatos, mesmo que importantes, acabam fornecendo uma “cortina de fumaça” que encobrem outros fatos da mesma relevância. Em Brasília, as atenções e voltam para a repercussão da prisão (ou fuga) dos mensaleiros; em Cascavel, o imbróglio sobre a cassação do prefeito Edgar Bueno e seu vice Maurício Querino Theodoro… Mas, também ontem, a prisão de pedófilos pelo Brasil, sendo sete no estado do Paraná, também preciso chamar a atenção da sociedade. Afinal, entre os investigados pela prática deste crime inaceitável, estão professores, militares, policiais e até um chefe dos bem conceituados grupos de escoteiros… Da mesma forma que a corrupção na esfera pública precisa ser combatida e extirpada, a degradação do ser humano e da própria sociedade precisa ser alvo da ação enérgica e ‘reconstrutiva’ desta mesma sociedade… Na sequência, a íntegra do editorial da Gazeta desta quarta-feira:

 

Inaceitável…

O Brasil vive a “leve febre” da prisão dos mensaleiros com gente “graúda” indo para a cadeia de terno e gravata. “Lindo”, disse um colega de profissão ao ver a foto dos “barões do PT” presos. De fato, embora já exista quem queira desviar o foco para o verdadeiro significado da conclusão do julgamento do mensalão, não se pode desprezar que no chamado “país da impunidade”, alguma coisa, ainda que demoradamente, aconteceu.

Em Cascavel, prossegue o imbróglio sobre a cassação do prefeito Edgar Bueno e seu vice Maurício Querino Theodoro. Embora o TER-PR tenha dado provimento parcial em votação unânime ao pedido de cassação formulado pelo candidato derrotado no segundo turno do ano passado, Professor Lemos (PT), ainda não se sabe quem vai ocupar a cadeira se ela, de fato, ficar vaga. O que já se sabe é que o presidente da Câmara, vereador Márcio Pacheco, que até tinha se afastado “profilaticamente” da presidência, não vai ser empossado imediatamente como alguns tinham cogitado.

Mas, caro (e)leitor, enquanto estas situações ocupam o noticiário nacional e local, respectivamente, outro fato que causa revolta ainda maior foi tornado público, ontem, depois de um trabalho de investigação de 24 meses da Polícia Federal.  A Operação Glasnost, de combate à pedofilia, identificou quase uma centena de brasileiros envolvidos com a produção e o compartilhamento de imagens relacionadas à exploração sexual de crianças e adolescentes na internet.

Primeiro, é preciso parabenizar a PF pelo trabalho já colocou alguns destes maníacos atrás das grades. Segundo o que foi relatado pelos policiais, as barbáries envolvem crianças de apenas 6 meses de idade até adolescentes de 16 anos. Um dos casos é de um “pai” que abusava sexualmente da filha de 5 anos e compartilhava as imagens com outros pedófilos ao redor do mundo.

Além da questão policial que envolve esta situação, há também outro aspecto fundamental da vida da sociedade: a degeneração da família. Na maioria absoluta dos casos de pedofilia exploração sexual de crianças, os criminosos são os próprios familiares. Quem comete este tipo de abuso perdeu, com toda certeza, o respeito por si mesmo e pela vida como um todo. Não há justificativas que possam “suavizar” esta barbárie. Que cumpra-se a lei de forma cabal. Mas, que as famílias revejam seus conceitos e condutas para que ao invés de proliferar esta “barbárie”, os bons exemplos contagiem nossa sôfrega e “depravada” sociedade.

A semana começou com a expectativa sobre qual encaminhamento a Justiça Eleitoral dará após a votação da semana passada que deu, por unanimidade, parcial provimento a Recurso Eleitoral para cassar os mandatos do Prefeito e Vice-Prefeito de Cascavel, Edgar Bueno e Maurício Querino Theodoro. Assim, três grupos vivem expectativas diferentes. Edgar Bueno, em sua trajetória política tem uma das mais complicadas derrotas para tentar reverter. O petista Professor Lemos, sempre querendo mostrar que tem raízes que “permanecem” em Cascavel, briga com tudo que pode para assumir a Prefeitura e, por fim, o presidente da Câmara, vereador Marcio Pacheco (PPL), novato na política local, quer entrar para história sendo prefeito da cidade por 40 dias.

De qualquer forma, por enquanto, tudo continua como está, até que os encaminhamentos da própria Justiça Eleitoral sejam definidos e esclarecidos. Como dizem: “muita calma nessa hora”.

 

“Companheirada” I

De qualquer forma, a movimentação política nesse fim de ano vai ser grande e, como sempre, “amigos” vão sumir e amigos vão “aparecer” do nada. Como de praxe, sempre tem quem também quer aproveitar uma “lasquinha do bolo” e já se achegaram ao prefeito, ao “pretendente” ao cargo e ao presidente da Câmara.

 

“Companheirada” II

A Prefeitura, por mais que todos se mostrem absolutamente confiantes de que nada vai mudar, o clima de “lamento” é grande e o de “velório” perceptível. Já na Câmara de vereadores, o clima é de “oportunidades”. Lá tem gente que pode lucrar, e muito, com as intempéries do Paço, entretanto, é preciso aprender a fazer do limão uma limonada…

 

 

Só barulho

E na Câmara, chega a ser engraçada a interpretação de alguns para justificar o “afastamento profilático” do presidente da Casa que pode assumir o Executivo. é muita vontade ou muita “inocência”… Ou melhor, só barulho…

 

Alerta!

Mas, desde já, a população precisa estar atenta para o que os seus representantes fazem diante das câmeras e microfones. Muito “representam” muito bem o papel de “paladinos da justiça”, mas longe dos holofotes as práticas são bem diferentes…

 

Naturalmente, a votação no TRE-PR na tarde de ontem que  deu parcial provimento a Recurso Eleitoral para cassar os mandatos do Prefeito e Vice-Prefeito de Cascavel Edgar Bueno e Maurício Querino Theodoro, por unanimidade (6 a 0), caiu como uma “bomba” na Capital do Oeste. Não foram poucas as vozes “embargadas” depois do resultado da votação da corte. Mas, o que todo mundo quer saber agora é quem foi o ‘pai da criança’, durante a campanha eleitoral, que “descobriu” que o Professor Lemos, “morava” em Curitiba e usou isso para desgastar o candidato petista que tinha em sua proposta de governo a construção de um “teleférico” no Lago Municipal de Cascavel.

Nos programa eleitorais da campanha passada a questão foi usada à exaustão e todo mundo queria ser o “dono da ideia” que teria tirado muitos votos de Lemos no segundo turno. Agora, que a justiça eleitoral entendeu que isso foi “irregular”, pelo menos diante desta votação, até eu quero saber quem trabalho nessa ideia!

No editorial de hoje da Gazeta do Paraná, trouxe uma reflexão sobre o episódio envolvendo um cinegrafista da CGN.inf.br e um soldado da Polícia Militar que chegou ao absurdo de ameaçar dar voz de prisão ao profissional se este “trabalhasse”, cobrindo um acidente de carro na região central de Cascavel, na quarta-feira (30). E, entre os comentários que recebi até agora, um me chamou a atenção. Cidadão disse o seguinte: “Antigamente, a gente via a polícia e ficava com medo que iam parar a gente e achar alguma coisa errada só pra criar problema. Depois esse medo passou. Agora, parece que ta voltando de novo”. E aí a pergunta que se faz é: quem tem que ter medo da polícia? O cidadão de bem ou o criminoso? Abaixo, a íntegra do editorial da Gazeta do Paraná desta sexta-feira, 1º de novembro.

 

Por que intimidar?

 

Ainda não é oficial, mas o Portal CGN (Central Gazeta de Notícias – www.cgn.inf.br) fechou o mês de outubro com cerca de 9 milhões de páginas visualizadas. Isso significa dizer que a CGN é um portal com credibilidade e respeito, conquistados de uma única forma: trabalho! E a marca alcançada, mostra que o caminho trilhado pela CGN, se não é absolutamente correto, está recheado de acertos. E, caro leitor, estes acertos tem duas bases sólidas: credibilidade e respeito. E credibilidade se constrói através do respeito. Respeito se conquista com a credibilidade!

Este pequeno jogo de palavras se faz necessário para chegar ponto e objetivo central deste arrazoado. Na tarde de quarta-feira, um cinegrafista da CGN foi impedido trabalhar através de uma ato de intimidação ilegítimo patrocinado por um soldado da Polícia Militar de Cascavel. A ocorrência, um acidente dentre dois veículos, registrada no cruzamento das Ruas Rio Grande do Sul e Paraguai, seria apenas mais uma das muitas situações cotidianamente registradas pelas equipes da CGN, não fosse a ação truculenta de um soldado que ameaçou dar voz de prisão ao profissional que estava trabalhando se ligasse seu equipamento. O fato que deve prender a atenção do leitor, é que um dos envolvidos no acidente (não se sabe se era o errado da história ou não) era o pai do soldado em questão.

Antes de qualquer discussão sobre o uso ou não da imagem, se deve focar na ação do policial. Ora, ele estava ali como filho de um dos envolvidos no acidente ou como policial? Se estava como policial, a sua obrigação era de garantir que os direitos de “todos” os cidadãos fossem preservados. Se estava como filho de um dos condutores, não poderia usurpar da sua farda para ameaçar o profissional que estava no exercício das suas funções que são conhecidas e diariamente alimentam o portal acessado por centenas de milhares de pessoas, inclusive é parceira da própria Polícia Militar.

A imprensa livre (e responsável) é a base mais sólida da democracia que tem por objetivo central brigar para que os direitos e interesses do cidadão sejam respeitados. Há que se registrar também, que a CGN, em como a Gazeta do Paraná, têm compromisso com a verdade dos fatos e também com o bom senso. Acidentes de trânsito e outras ocorrências são registrados dentro de critérios que têm no bom senso, no respeito às pessoas e suas particularidades, parâmetros que não justificam a intimidação patrocinada pelo soldado. O comando da Polícia Militar de Cascavel já se pronunciou a respeito do fato comprometendo-se a dar uma resposta não apenas à CGN, mas à toda sociedade. Não se pode mais aceitar a situação, até pouco tempo comum, de que a presença da polícia apenas provocava medo e não a necessária sensação de proteção e segurança.