Primeiro é preciso dar os parabéns à TV Tarobá por mais uma edição do tradicional “Dia da Bondade”. Afinal, dezenas de entidades e centenas, milhares e pessoas recebem ajuda mais que providencia, especialmente agora que as baixas temperaturas castigam quem não uma casa descente e roupas adequadas para enfrentar o frio. E, falando em “bondade”, aquela praticada pela Secretaria de Saúde de Cascavela e denunciada por um “anônimo”, essa, não merece parabéns! Distribuir vacinas contra a Gripe A, gratuitamente, a quem não pertence aos chamados grupos de risco é uma afronta.

 

E os direitos iguais? I

É bom que se registre que ninguém se coloca “contra” a vacinação de qualquer cidadão, mas, sim, contra o tratamento “desigual”. Primeiro, que nem todos os grupos de risco foram atendidos e outros, como os professores da rede pública (e até particular), ficaram de fora. Empresas particulares solicitaram a imunização e foram atendidas e por que? Por que toda população não recebe a imunização?

 

E os direitos iguais? II

Todo e qualquer pessoa pode justificar com facilidade a “necessidade” da imunização gratuita por parte do Poder Público, afinal, é através dos impostos que eu e você pagamentos que surgem os recursos para aquisição e distribuição das doses. Então, porque eu não tenho direito e outro tem? Quais os critérios para “liberação”? Tem quer ser “aliado”, conhecer alguém mais “influente”, ser parceiro de campanha, ter prestado favores para “A” ou “AB”? Evidentemente que não!

 

Vão atender?

E se as  empresas de Cascavel começarem a mandar ofícios solicitando imunização dos seus funcionários, todas serão atendidas? Se não, por que algumas já foram? E o tal princípio de isonomia? Que bom que as igrejas que prestam serviços de visitação e capelania nos hospitais, levando ajuda, conforto e alento aos pacientes e suas famílias foram imunizadas. Mas, bom será também se o meu colega de trabalho aqui na Gazeta do Paraná for estiver imunizado também e não representar risco para os demais funcionários e, consequentemente, suas famílias.

 

Parabéns!

E, finalmente, quero registrar os parabéns ao servidor público (e só pode ter sido um servidor da própria Saúde que teve acesso as listas) que teve a coragem de tornar pública a “bondade” da Secretaria de Saúde de Cascavel. Não fosse a denúncia, todos nós estaríamos pagando a conta de uns poucos privilegiados que receberam a vacina sem saber o que exatamente acontece no  lado “privativo” do Poder Público Municipal.

 

Em tempo!

E que não comece uma “caça as bruxas” dentro da Prefeitura pra saber quem fez a denúncia. Antes, que se invista todo tempo e esforços para ampliar a imunização da população . O frio está chegando com mais intensidade e a Gripe A está por aí!

… dou-lhe três. Se fosse leilão de fato, é bem provável que o vereador Jorge Bocasanta (PT) não seria o ‘feliz proprietário’ do terreno que a Prefeitura de Cascavel quer permutar com o proprietário da área em frente a Fonte dos Mosaicos, no Bairro Claudete, porque muita gente estaria interessada na pechincha. Na semana passada, o vereador ofereceu R$ 80 mil pelos dois terrenos que são objetos da permuta no anteprojeto de lei 39/2013. O projeto foi aprovado em primeira votação sob protestos da oposição, especialmente, do Bocasanta que fez a proposta por entender que o prejuízo seria menor para o patrimônio público. Mas, na segunda votação, uma “pedido de vistas” tirou o projeto da votação.

 

Disputa pública

E, sob novo discurso inflamado e cheio de “elogios” pouco publicáveis do vereador petista, o prefeito Edgar Bueno enviou oficio à Câmara retirando o projeto da pauta de votações. No texto do documento enviado pelo prefeito, em tom que parece ser irônico, o prefeito justifica a retirada do projeto “tendo em vista que houve pública proposta de compra dos imóveis, objeto da proposta legislativa pelo vereador Jorge Bocasanta, considerando que a proposta efetivada pelo vereador é mais vantajosa para o Município requer a retirada do referido anteprojeto de lei para estudo de eventual alienação com disputa pública, já que existe lance neste sentido”. Com ou sem ironia, o projeto foi retirado e a permuta que teve seu processo iniciado ainda em 2007, por enquanto, não vai acontecer…  Os detalhes de mais este imbróglio entre o vereador do PT e o Executivo, deixo para a edição desta quarta-feira da Gazeta do Paraná.

A prestação de contas do quadrimestre, realizada ontem pela secretária de Finanças da Prefeitura de Cascavel, Susana Gasparovic Kasprzak, não teve nada de anormal. Nenhuma grande revelação foi feita, como também não trouxe grandes preocupações, afinal, a saúde financeira do Município de Cascavel, em que pese todas as dificuldades, vai bem. O que chamou a atenção foram as insistentes colocações do vereador Jorge Bocasanta (PT), que afirma – e não é de hoje – que a arrecadação de Cascavel aumentou e, por isso, o fechamento dos postos de saúde no período da tarde não se justificam.

Bocasanta já conhecido como o vereador sem “papas na língua” ou “bocudo” mesmo. Mas, o Bocasanta está certo ou está errado? Sem querer defender um lado ou outro, me aventuro a “arriscar” uma explicação bem simplista. A questão é que o Bocasanta acaba fazendo a mesma interpretação que o “povão”. Qual? Mais ou menos assim: “se a Prefeitura não está no vermelho e tem dinheiro em caixa, até que com certo aumento na arrecadação, por que fechar os postos de saúde?

Quem acompanhou as explicações da secretária (eu acompanhei pela webrádio da Câmara) viu ou ouviu que as explicações da Susana foram tranquilas, como quem entende do que está falando. Mas, o vereador contrapôs a secretária mostrando números que a própria administração municipal lhe forneceu. E agora?

 

“Índice prudencial”

E quase toda essa confusão foi causada pelo temido e famigerado “índice prudencial”, que é um dispositivo de alerta para “evitar” que a administração gaste mais que o permitido com a folha de pagamento do funcionalismo. As medidas de contenção de gastos com a folha de pagamento foram adotadas no início da terceira gestão do prefeito Edgar Bueno exatamente para “fugir” do índice prudencial e respeitar o que manda a Lei de Responsabilidade Fiscal.  Mas, assim como o vereador Bocasanta, a população que estava acostumada com posto de saúde aberto durante o dia todo não que saber de “índice prudencial”, quer saber se a Prefeitura tem ou não dinheiro e se tem médico no posto para atender suas necessidades… É complicado!!! Agora, se o Bocasanta não se dobra ou não quer entender esse negócio de índice prudencial, imagine a população lá do bairro?!?!?

O árbitro de futebol e secretário de Estado do Esporte, Evandro Roman, que representa o Oeste do Paraná no primeiro escalão do governo do tucano Beto Richa, assina filiação no PSD, o partido do deputado federal Eduardo Sciarra. Há quem diga, que Roman vai alçar vôos bem altos em 2014. Alias, especulações dão conta que o próprio Sciarra será uma surpresa nas eleições do ano que vem…

 

Frustração

Quem fica um pouco “triste” com a notícia da filiação do Roman é a turma do vereador Robertinho Magalhães. Quando o PMN ainda existia, Magalhães trabalhou muito para que Roman fosse o nome forte do partido em 2014. Com a fusão entre o PPS e o PMN para formar o ‘MD’, além de perder todo o trabalho que estava fazendo, o PMN local ainda teve que “casar” com alguns desafetos. Coisas da política…

 

Expectativa

Nunca, em Cascavel, uma “virada de mês” foi tão aguardada quanto esta passagem de maio para junho. Acontece que o prefeito Edgar Bueno disse que as nomeações de secretários e diretores para recompor ou completar sua equipe deste novo governo (que já não está mais tão novo assim), aconteceria a partir do início de junho… Então, já tem muita gente “trabalhando” para que o prefeito não se esqueça dele na hora de assinar os decretos. Mas, mesmo assim, muitos que estão com todos os dedos cruzados na torcida, vão ficar de fora…

Se fosse apenas um veículo de comunicação, apenas a CGN ou a Gazeta do Paraná, mostrando que o atendimento na UPA Pediatria está caótico, alguém poderia dizer que era coisa de “perseguição”. Mas, logo depois que a Gazeta  levantou os problema e fez uma série de reportagens sobre o que acontecer “atrás da porta” da recepção, “choveu” reclamação em todos os veículos (rádios, TVs e impressos). Bom, quando um setor da administração vai mal e tem um problema pontual, o “natural” é que pelo menos este incêndio seja apagado. Por que a Secretaria de Saúde não direciona esforço para, pelo menos, equacionar satisfatoriamente o problema da UPA Pediatria? Não se trata apenas de evitar “desgaste” com a população, mas, sim, resgatar o respeito junto a população. E, se as “ordens” não estão sendo cumpridas ou as ações estão sendo adotadas de forma exageradamente, seria bom o staff da saúde “acampar” lá na ala alugada do Hospital Santa Catarina e colocar ordem na casa… Pode ser que não exista remédio  para todos os problemas da saúde. Mas, é possível “tratar” muita coisa com eficiência, não é?

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E a Câmara?

E, apesar de todas as reclamações e denúncias na UPA Pediatria, até agora a Comissão de Saúde da Câmara de Cascavel não se manifestou. Aliás, nenhum vereador se pronunciou ou foi tomar pé da situação, pelo menos que se tenha notícia. Cadê a “nova Câmara” e a “nova fase” que os vereadores estufam o peito para dizer que o legislativo municipal está vivendo?

 

 

A visita do deputado Alfredo Kaefer (PSDB) ao prefeito Edgar Bueno (PDT), nada tem de tão “anormal” ou “espetacular” assim. Primeiro que os dois são agentes públicos, eleitos pelo povo e precisam dar respostas de trabalho à sociedade. Logo, quando o interesse é do povo, os dois devem, obrigatoriamente, jogar no mesmo lado. E, sendo o vice-prefeito, Maurício Theodoro, do mesmo partido de Kaefer, o realinhamento e estreitamento das relações, pelo menos formais é natural. Da mesma forma que o governador Beto Richa, que tinha suas “rixas” com Bueno, ainda quando os dois estavam no parlamento estadual, tornou-se aliado e cabo eleitoral do pedetista em 2012, o realinhamento político de Kaefer com o Paço Municipal de Cascavel é um caminho “natural”… Para constar, o encontro “político” foi na manhã desta segunda-feira, no gabinete do prefeito.

 

“Dobradas”

E, como todo mundo que acompanha a política do Oeste, mesmo que de longe, já sabe, Edgar Bueno e Alfredo Kaefer já caminharam “juntos” e “separados” e separados várias vezes. Em 2014, os projetos de reeleição de André Bueno (PDT) – filho do prefeito Edgar -, Alfredo Kaefer (PSDB) e Beto Richa (PSDB), promoverão muitas “dobradas” (campanhas conjuntas) oficiais e outras “brancas”. Hoje aliado, amanhã adversário e depois aliado de novo… A política felizmente, ou infelizmente, é assim.

Isso é o que vão precisar os aliados políticos do prefeito Edgar Bueno (PDT) e também a população. Os aliados que desde a vitória nas urnas em outubro do ano passado, no histórico segundo turno das eleições municipais de Cascavel, esperam uma ‘vaguinha’ no governo municipal, que seria o ‘natural’ reconhecimento pelo ‘esforço’ e o ‘apoio’ dado à reeleição de Edgar Bueno, vão continuar de fora. Pelo menos não há nada em vista antes do segundo semestre e, mesmo depois da metade do ano, vai ser difícil emplacar cargos que rendam bom retorno político (e salarial, é claro).

Na cerimônia de posse, ontem, as emoções afloraram. Naturalmente, depois de ter o tumor retirado de dentro do seu coração, o retorno de Bueno foi recheado de agradecimentos e muitas lágrimas. Nem poderia ser diferente, afinal, a cirurgia delicada no coração não foi brincadeira. Quem já passou por isso sabe que, nesta hora, não há poder político, potencial eleitoral ou influência que ajude. É confiar em Deus e nos médicos, algo que Bueno deixou muito claro que fez! Mas, nem por isso, o prefeito vai mudar radicalmente seu perfil político, nem seus planos quanto o “enxugamento” da máquina… É ver e esperar quanto tempo a base aliadas na Câmara, por exemplo, vai esperar para ter seus pleitos atendidos. Esta semana, alguns vereadores já reclamaram que o atendimento na Prefeitura não está sendo dos melhores. É bom lembra que, em política, nada, absolutamente nada é de “graça”.

 

E o povo?

E o povo que espere e tenha mais paciência. As unidades de saúde vão continuar funcionando em horário reduzido, os servidores sem hora-extra e a administração vai continuar no mesmo ritmo. Aliás, Edgar Bueno, no discurso emocionado que fez antes, disse que pretende retomar seu antigo ritmo de trabalho e até ampliar. Mais uma vez, é esperar e ver…

O prefeito Edgar Bueno reassume sua cadeira no terceiro andar do Paço Municipal de Cascavel depois de passar por uma cirurgia para retirada de um tumor do coração, que foi constatado ser benigno. Embora o problema de saúde do prefeito tenha pego todos de surpresa, a ausência forçada do prefeito serviu para que a efervescência política negativa causada pelas medidas de contenção de gastos, nada populares, adotadas no início do seu terceiro mandato abaixasse um pouco.

Bueno vai voltar ao comando da Prefeitura em situação melhor do que deixou. Na Câmara, o Executivo voltou a contar com a maioria  folgada e o “rolo compressor”, agora bem consolidado, vai garantir o respaldo necessário para um retorno tranquilo do prefeito. Já a questão do “índice prudencial” que fez com o cinto fosse apertado e diminuísse o atendimento na saúde e não colocasse em funcionamento os novos CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil), dá sinais de melhora. Porém, os famosos projetos e o processo para conseguir o financiamento do BID para as obras prometidas durante a campanha do ano passado ainda estão longe de se tornarem algo palpável… E ainda deve render muita dor de cabeça a administração municipal porque as cobranças do cumprimento das promessas de campanha vão crescer… Vale lembrar que ano que vem teremos eleição estadual e o que foi prometido e não cumprido na campanha municipal do ano passado vai pesar…

Mas, a expectativa com a volta do prefeito também fica por conta de possíveis mudanças na sua equipe de colaboradores. Será que vai permanecer tudo como está e onde está?

 

Demorou

E o vereador Paulo Porto (PCdoB) esteve ontem com a secretária municipal de Assistência Social, Inês de Paula, para tratar de questões relacionadas à presença dos índios em Cascavel. Além de discutir o plano de gestão da Casa de Passagem, o vereador apresentou proposta que deve ser votada pela Câmara que prevê a afixação, em local visível, de cartaz e placas como informado o artigo 58 da Lei nº 6.001, inciso III, de 1973 (Estatuto do Índio) nos estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas de Cascavel. O artigo estabelece como crime contra os índio “propiciar, por qualquer meio, a aquisição, o uso e a disseminação de bebidas alcoólicas, nos grupos tribais ou entre índios não integrados. Pena – detenção de seis meses a dois anos.” Antes tarde do que mais tarde… A fiscalização já deveria estar acontecendo porque a lei federal não necessita de “apoio” de lei local para ser cumprida…

 

E a famosa lista dos 100 maiores devedores que ‘insistem’ em não acertar as suas contas com a Prefeitura de Cascavel chegou à Câmara de Vereadores, atendendo o requerimento do vereador Paulo Porto (PCdoB). A dívida gira em torno de R$ 150 milhões que, se fosse paga, renderia a solução de muitos problemas como mais vagas nos Centros Municipais de Educação Infantil e melhor atendimento na saúde. Mas, você que que está em dia com suas obrigações com a Prefeitura não vai saber quem é caloteiro.  “Junto ao ofício em resposta ao nosso requerimento nos veio essa determinação por meio de ofício da prefeitura que as informações estavam sob sigilo e que caso fosse divulgado poderíamos incorrer em penas e sanções criminais”, disse o vereador, frustrado por não poder tonar pública a informação de algo que é público mas, neste caso, protegido pelo sigilo. A Lei de Acesso à Informação tinha que rever questões com estas e não “proteger” quem é caloteiro e faz pose de “doutor”.

 

Sem investigação

E o vereador Paulo Bebber (PR) que foi acusado do crime eleitoral de compra de votos pelo ex-candidato a vereador pelo PT, Silvio Gonçalvez, e o primeiro suplente do seu partido, Celso Dallmolin, fez um requerimento solicitando que a denúncia contra ele fosse lida no plenário para que os vereadores deliberassem se um processo de cassação seria aberto ou não. Bebber teve o requerimento aprovado e o pedido de abertura de uma comissão para o processo de cassação reprovado. Ou seja, agora a Câmara lavou as mãos e vai deixar que a Justiça Eleitoral cuide do caso…

 

Caso Seibert

E falando em investigações e cassação, quando é que a Justiça vai se pronunciar e definir a situação do vereador Mário Seibert, que está afastado do cargo? Apesar de estar fora do cargo por uma determinação judicial, Seibert continua recebendo o salário de R$ 9,6 mil, conforme divulgado no Portal da Transparência da Câmara. Mais uma vez, os cofres públicos estão pagando sem que o vereador trabalhe. Rui Capelão está ocupando a vaga…

E o vereador Rui Capelão, embora tenha muita gente que não goste do seu estilo, ao falar na tribuna da Câmara de Cascavel, nesta tarde foi feliz em lembrar que o fim da matéria de OSPB (Organização Social e Política Brasileira) trouxe um enorme prejuízo à sociedade. Quem, como eu, teve a oportunidade de ter aulas dessa matéria na escola, teve desde cedo noções claras da função e responsabilidade de cada poder e cargo (eletivo ou não). E o Capelão, como sempre, sem papas na língua, disse que em muito deputado e vereador “tapado” que não sabe o que realmente deve fazer no exercício do cargo. E mais, disse que seria importante palestras (aula) com quem entende do assunto para que “alguns” aprendam o que fazer na Casa. Apoiado!

 

Calmaria?

A chuva e o frio deste início de semana estabeleceu uma espécie de “calmaria” política em Cascavel. Mas, a volta do prefeito Edgar Bueno ao comando da Prefeitura de Cascavel deve mexer algumas “águas paradas”. E estas águas paradas, como se sabe, tem relação direta com os “preparativos eleitorais” para o ano que vem. É esperar e ver quem vai mesmo tentar voltar, continuar ou chegar ao legislativo estadual e federal!

 

“Sem palavra”

E a promessa do denunciado vereador Paulo Bebber (PR) de que mostraria, na sessão plenária desta segunda-feira (13), os “podres” da política local acabou frustrando todo mundo. “Sem palavra” alguma referente aqueles que o acusaram de crime eleitoral de compra de votos, formalizada pelo ex-candidato petista, Silvio Gonçalvez e o primeiro suplente do PR, Celso Dalmolin, o vereador disse que tudo vai se “resolver” judicialmente. Ou seja,  ameaçou falar coisa que ninguém sabia, mas depois de uma semana de “reflexões”, desistiu… Que pena!