09
fev
2012

Pobre oposição

postado em Geral

0:08

 

Quando tomo conhecimento das besteiras, que deputados de oposição andam falando, pelo Estado afora, penso que esta explicado o índice de rejeição a eles e ao Poder que representam. Agora, certamente por não saberem como exercer um mandato ou, talvez por quererem a ribalta a qualquer custo, deram de criticar o governador, porque deixou superavit no caixa do Estado para este ano. E os números são bons, pois passam de 1 bilhão, que a oposição diz que será aplicado em obras neste ano eleitoral na tentativa de conseguir apoio para eleger correligionários. Bem, antes de mais nada, criticas até deveriam ser feitas, se fosse constatado déficit no caixa do tesouro e quanto a aplicação dos recursos em obras a iniciativa é mais que louvável, muito pior se criminosamente fossem destinados recursos públicos para praticas conhecidas como “mensalão”, não acham, caros leitores? Ai vem o líder da oposição e critica o governador por estar fazendo política e preparando-se para apoiar seus candidatos no pleito municipal que se avizinha, com se isto não fosse parte do jogo democrático. Bem, nem quero perguntar o óbvio, a respeito do que fazem os políticos do PT, quando no exercício da função publica. Chego ao ponto de pensar que a postura destes deputados, sequer é de hipocrisia, ou de cinismo, é burrice mesmo.  E esta burrice que faz com o povo perca a confiança em seus políticos e particularmente no legislativo. Vejam, por exemplo coisas, que ficamos sabendo a respeito de ações criminosas que acorrem dentro das Câmaras Municipais, que são de uma primariedade  gritante. Câmaras Municipais, como de Guarapuava, Cascavel, Maringá, Londrina e principalmente de Curitiba, estão abaixo de qualquer critica. A pratica de deslizes, por desvios de conduta e coisas  mais graves cometidas por vereadores, obriga o Ministério Publico a destinar parte do tempo de seus membros para vigiar, investigar e processar vereadores, que deveriam zelar pelo respeito a lei antes de mais nada.E porque mencionei o Ministério Publico, quando a priori, deveria ter apelado para a aplicação de leis que normatizam o exercício do mandato legislativo, tais como a lei orgânica do município, o regimento interno das Câmaras Municipais e o Dec.Lei Federal 201/67? Porque, “é chover no molhado”, pois não há como fazer com que vereadores investiguem e punam, quando necessário seus pares.Afinal são, com poucas e honrosas exceções todos “farinha do mesmo saco”, useiros e vezeiros na mesma pratica criminosa, a começar pela mais vulgar e corriqueira que é conhecida como “mensalinho”.A população então volta-se  para o Ministério Publico e a Justiça na esperança de que ajam punições e que estas no mínimo sirvam como aviso aos futuros “navegantes”, que por coincidência serão eleitos este ano.Por isto, que é preciso um ação rápida da Justiça, pois as eleições serão em outubro. Mas retornando aos deputados de oposição, já que eles não tem nada melhor a fazer do que criticar o que foi feito de bom no Estado, bem que poderiam, denunciar e daí com autoridade e sem maniqueísmos, a insignificância dos recursos destinados no orçamento estadual para a agricultura. Ou propor lei na qual fosse reduzida em 40% a cobrança do IPVA, em razão da cobrança do pedágio em todo o Anel de Integração, que representa cerca de 40% da malha rodoviária estadual e federal no Estado. Como está, é bitributação. Ou ainda, proibir que as escolas estaduais imponham aos alunos a compra de materiais escolares com preços exorbitantes apenas por terem embagem e capas diferentes o que causa constrangimentos e muitos outros problemas aos pais que sem poder aquisitivo não podem atender ao apelo dos filhos. Alem é claro da discriminação, esta sim condenável decorrente pela diferença sócio econômica das crianças. Mas em momento algum, caros “companheiros” e ou stalinistas de boteco, pensem que estou sugerindo mudanças no  conteúdo dos livros escolares. Poderia até sugerir, sempre para aqueles distribuídos pelo MEC, com o viéz  esquerdizante, ou indutor de praticas homoxesuais. Pensem nestas sugestões, caros deputados de oposição, antes de se exporem ao ridículo ao fazerem criticas absurdas e infundadas.

06
fev
2012

É comum, tomarmos conhecimento de que muitas pessoas, pensam e agem como se o Estado, a instituição  social que se destina a manter a organização política de um povo, estivesse acima das pessoas.Ora, o povo criou o Estado, para manter a administração da nação, nela inseridos os poderes públicos, os quais prestam serviços a comunidade mediante o trabalho dos funcionários públicos. Portanto o Estado, existe, criado para servir o povo e não ao contrario. Contudo, com o gigantismo do Estado e o apequenamento das pessoas, por diversas razões, sendo a principal e maior delas a deficiência na educação, que impede o acesso ao conhecimento e consequentemente aos direitos inerentes a cada um, constatamos a inversão da lógica. Isto é muitos pensam que devem servir ao Estado. Esta cultura, torna-se mais nítida, quando o governo é exercido por pessoas ideologicamente a esquerda, pois no entendimento delas, quanto maior e mais forte for o Estado maiores as chances daqueles que detém o Poder se beneficiarem dele. Sempre claro com o demagógico discurso da necessidade de distribuição de renda em favor do combate as desigualdades sociais. Claro que este deveria o objetivo de todos os governos, desde de que as intenções sejam serias e honestas.Entretanto o que se vê acentuar em governos de discursos esquerdizantes é o uso e abuso do Poder em favor de uma minoria de “companheiros” e apadrinhados e em detrimento da maioria, que só é utilizada como massa de manobra  e curral eleitoral, como estamos acostumados s ver no Brasil nas ultimas décadas.Entretanto, voltando a questão do Estado e suas relações com a comunidade que o criou e portanto é sua dona, vez por outra encontramos fazendo parte da administração publica, infelizmente por períodos curtos e efêmeros, pessoas que tem a convicção e a consciência de que o Estado existe para servir. Um dos grandes entraves existentes na administração publica e causa de prejuízos, aborrecimentos, perda de tempo das pessoas é a burocracia embrenhada nela .Esta pratica cotidiana, certamente não é para proteger a administração  com objetivo de beneficiar a população, mas na maioria das vezes, por razão aéticas, imorais e até ilegais pela aplicação da máxima expressa no “criar dificuldades, para vender facilidades”. No governo do Paraná, vamos encontrar na gestão do atual secretario de Assuntos Estratégicos, Edson Casagrande, uma desta pessoas com convicção de que o Estado existe para servir. Esta realizando um trabalho eficiente e produtivo, malgrada a oposição dentro do próprio governo, no sentido de desburocratizar a administração publica em suas ações. Criou e implantou um  programa de governo voltado para diminuir tramites, acelerar decisões e modernizar os processos, tendo como objetivo também diminuir custos. Na verdade, trata-se de um plano de modernização administrativa, que muitos administradores públicos pregam, mas não implantam.Embora com um orçamento pequeno, 2.1 milhões e mais 5 milhões para implantação de tele centros, a Secretaria desenvolve um trabalho que caberia a todas as outras neste aspecto, que não o fazem por falta de tempo e também infelizmente por oposição a modernidade e a facilitação dos serviços que o Estado deve prestar. Reside ai mais um motivo de apoio a atuação de Casagrande, pois, embora colaborando com a administração como um todo, seu trabalho e seu plano é diariamente torpedeado por seus colegas secretários, notadamente aqueles com maior intimidade com a burocracia estatal.É uma pena, que alguém com a competência e a determinação do Edson Casagrande, não receba apoio para um projeto que visa colocar o poder publico no seu verdadeiro lugar, qual seja o d servir o povo com presteza, agilidade, seriedade e principalmente combater e nefasta pratica que criar entraves burocráticos em tudo.

25
jan
2012

Tragicomédia

postado em Geral

8:49

 

Convenhamos que este pessoal que esta no governo são profissionais na arte da dissimulação, da farsa. Partem da premissa de que a memória e o conhecimento das pessoas é curto e a falta de responsabilidade para com os assuntos comuns é maior ainda.Não é nenhum segredo que a nossa educação  é uma lastima. Os indicadores, ai estão para mostrar a começar pela tragédia que transformaram-se os números da evasão escolar, que em alguns Estados passa dos sessenta por cento. A indisciplina nas escolas  é uma triste realidade do desrespeito aos mestres a forma desleixada e alienada como a maioria dos alunos trata de seu dia a dia, o que dá uma mostra do que serão  como adultos.Mas é verdade, que embora a legislação e a licenciosidade dos governantes tenha também contribuído para isto,  a ideologia e a forma de portar de muitos professores, fez “escola” dentro da escola. Ai esta, a tragédia que transformou-se o ENEM, uma idéia  boa, que possibilita o acesso a universidade, mas que esta transformado num instrumento gerador de injustiça pelas fraudes que ali são praticadas.E o ministro da educação, pura e simplesmente, sequer assume a responsabilidade pelo desastre e suas conseqüências. Muito pelo contrario, ao deixar o cargo para ir enganar em outra freguesia, no caso a disputa pela prefeitura de São Paulo, recebe homenagens de seus assemelhados no governo. Ora, a atuação deste ministro, frente a mais importante pasta ministerial, só merece vaias  jamais aplausos e muito menos festa. Este é o Brasil.

13
jan
2012

Vejam bem, caros leitores, os fatos que vou relatar, embora pareçam piada, não são, embora em um Pais sério só poderiam ser tratados como tal, mas por aqui sequer dá para achar graça, pois eles envolvem saúde publica e o risco de vida das pessoas. Bem, mas em matéria de saúde publica, estamos abaixo de qualquer critica e os números da ultima pesquisa de opinião publica nacional a respeito do que pensamos do sistema mostra sua cruel e triste realidade.Mas vamos a questão que trago agora. Ela parece recorrente, mas embora tenha aspectos de recorrência o assunto é grave e não esta recebendo das autoridades a devida atenção. Lembram-se, caros leitores, quando no mês passado esta Gazeta divulgou a noticia de que um lote de alimentos exportado para a Bélgica, pela Coopacol foi devolvido por contaminação por salmonela? E notem bem, não é primeira vez que acontece de produtos que deveriam ser fiscalizados pelo Serviço de Inspeção Federal, (SIF), serem devolvidos por não estarem em condições normais de consumo. Bem, a mercadoria aportou em Paranaguá, decorrente da devolução feita pelo importador belga e uma Juíza, por razões que até agora desconhecemos, pois a mesma entrou em férias logo após ter decidido devolver o produto para a Coopacol , tomou destino que pressuponho ser a sede da cooperativa em Cafelândia. Naqueles mesmos dias, a Coopacol emitiu nota, na qual afirmava ter intenção de reprocessar o lote e colocá-lo a venda no mercado interno. Sabem o que é isto? É a impunidade meus amigos. E nada mais foi dito, tendo baixado um silencio absoluto sobre o assunto, tanto da parte da cooperativa, como das autoridades. Parece haver uma cumplicidade pelo silencio entre todas as partes, enquanto a população fica exposta ao risco de consumir alimentos rejeitados por contaminação. Mas por trás disto, me dizia ontem um funcionário do Ministério da Agricultura no Paraná, está muito dinheiro “sujo” e interesses inconfessáveis de pessoas que dominam o setor no Estado. E algo que não esta bem explicado também, é quais os interesses, que unem de maneira no mínimo suspeita o deputado Moacir Micheleto, padrinho da nomeação e protetor do superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, Daniel Gonçalves Filho e chefe do SIF no Estado e alguns eternos presidentes de cooperativas, como por exemplo o Walter Pitol, da Coopacol. Este cidadão, quer me parecer, deveria ser o primeiro, como presidente da cooperativa que vendeu produto contaminado, a querer explicar tudo nos mínimos detalhes, não acham? Mas ao contrario, se esconde, foge da nossa reportagem, só se explica mediante notas emitidas pela assessoria de imprensa, não tendo coragem para enfrentar uma entrevista, na qual certamente outros e embaraçosos assuntos poderão vir a tona. Ele pode ficar tranqüilo, pois de nossa parte não iremos a entrevista acompanhados de fiscais da Receita Federal, desde que é claro não estejam presentes o pessoal da consultoria de Toledo. Mas ele deve explicações a começar pela declaração absurda e desrespeitosa para com os consumidores de produtos da cooperativa que ele preside, a qual publicamos ontem em que ele afirma que: “Não há interesse em divulgar qualquer outra informação sobre o caso”. O caso em questão é o dos produtos vendidos para a Bélgica e devolvidos por contaminação e que repito, segundo afirmação da própria cooperativa serão, se já não foram, colocados no mercado interno. Ai, na matéria que divulgamos ontem, noticiamos que contatamos a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária em Brasilia, ao que fomos informados que cabe a vigilância sanitária de Cafelândia a fiscalização. No entanto o pessoal de Cafelândia sumiu. Sim, pura e simplesmente desapareceram. E notem, caros leitores, lembram-se de outro fato que relatei nesta coluna,a respeito de um enorme prejuízo que a Central de Cooperativas, a Cootriguaçu, sofreu, quando comprou um lote de produtos estragados, também por contaminação de uma empresa do Sudoeste? Pois bem, naquela época o presidente da Cootriguaçu era o Pitol e embora existisse um laudo da Claspar condenando o produto, ele acabou sendo comprado pelo Pitol e removido para Paranaguá, graças a um outro laudo que atestava a boa qualidade emitido pelo SIF, cujo chefe é Daniel Gonçalves Filho, que tem como padrinho Moacir Micheleto, que é muito amigo do Pitol . Nossos informantes nos contaram que no caso envolvendo a Cootriguaçu, o Pitol atendeu um pedido do Micheleto e do Meurer, que por sua vêz era amigo e protetor do empresário que tinha a mercadoria contaminada e precisava desová-la. E a Cootriguaçu, ficou com o prejuízo de milhões de reais e o Candido, superintendente da cooperativa, quase perdeu o emprego por ter sido contra o negocio.Mas o Candido não pode ser demitido, porque se abrir a boca a casa cai. Não é?

12
jan
2012

Se as diferenças climáticas, com intempéries de todos os tipos persistirem, como a seca nas regiões Sul e Nordeste  e os temporais nas demais regiões, não será mais preciso buscar desculpas na crise econômica que atinge o hemisfério norte, para justificar o recrudescimento da inflação. A alta no preço dos alimentos será o suficiente para a aceleração do processo, sempre aliada ao injustificado aumento geral de preços, puxado pela extorsiva cobrança de tributos.A alta no preço dos  alimentos, pela escassez decorrente dos fenômenos climáticos, já é uma realidade, mas ela já se fazia notar antes mesmo desta situação, pois outros fatores contribuíam para o fato. Mas é de se perguntar onde estão os estoques reguladores que o governo deveria manter para fazer frente a situações como as que estamos vivendo? Com eles seria possível enfrentar períodos críticos de produção e conseqüente falta de oferta de produtos, liberando os estoques. Contudo, mais uma vez demonstrando a falta de seriedade do governo, os estoques reguladores só existem nos discursos e na alocação de verbas que certamente serão desviadas pelas corrupção. Alias, um dos órgãos públicos encarregados de fazer estoques reguladores, a CONAB, subordinada ao Ministério da Agricultura é desde sempre algo que esta envolvida em denuncias de desvios, fraudes e corrupção de toda ordem. Quero relembrar com desgosto, que escrevi neste espaço, que se o Brasil tivesse uma frustração de safras  iríamos conhecer nossa realidade econômica. Espero não chegarmos isto, pois a realidade é bem diferente da decantada pelo governo. Ai então constataremos a real situação da recente sexta economia do mundo. Patamar este que só gera lucros a especuladores, banqueiros, agiotas nacionais e internacionais, lucros estes claramente demonstrados pelo pagamento de centenas de bilhões de reais anualmente em juros da eterna “divida” da nação, enquanto o povo, continua vivendo em grandes contingentes na miséria,  com enormes diferenças sócio econômicas, de esmolas publicas, mantidas por um tesouro que certamente irá falir tamanho os compromissos sociais assumidos sem a correspondente contrapartida dos milhões de beneficiários, que sequer tem o dever de se educarem como contribuição ao Pais que os esta sustentando. É uma usina geradora de desocupados, que viram malandros e cuja malandragem é turbinada e aperfeiçoada pelo exemplo diário que vem de cima.  Poderia descrever inúmeras situações reais que desmentem  esta áurea de prosperidade econômica tão propagada pelos governos petistas, mas da qual eles não são autores, mas meros coadjuvantes, o que o tempo mostrará que até é algo bom para eles.Coadjuvantes muito mais competentes que os petistas, foram os tucanos, que implementaram a atual política econômica e lançaram suas bases. Na verdade, aplicaram as regras que vieram dos centros de decisões internacionais e que prevalecem nesta etapa da historia, assim como em outros tempos outras eram as regras, sempre ditadas e devidamente aplicadas pelos governos de então, como fazem os de agora, sejam tucanos ou petistas. Na verdade a diferença entre eles não esta na forma de administrar o Pais, mas sim na capacidade de falsearem,dissimularem,serem mais ou menos farsantes.Ou alguém duvida que a situação da economia de nossos vizinhos é diferente da nossa? Ou alguém acredita que os benefícios sociais implementados pelo Lula e mantidos pela Dilma, mas que começaram no governo Tucano é da lavra de algum deles? Caros leitores é mais uma formula de enganar o povo, para mantê-lo quieto, bem comportado, anestesiado com crédito fácil, para comprar sua geladeira e seu carrinho 1.0, tendo como maior preocupação a final do campeonato nacional ou o fim da novela da noite, enquanto a nação é roubada dia e noite. Anos atrás dizia-se que o Brasil era roubado a noite, mas trabalhava de dia para recuperar-se do assalto. Mas vamos a um dado irrefutável a respeito desta, mais uma farsa, sexta colocação de nossa economia frente as demais. Como pode termos um colocação como esta, se naquilo que é a Base de toda a construção de uma sociedade solida e econômico-socialmente estável que é a educação vivemos uma situação vergonhosa, E notem caros leitores, não estou mencionando a “lambança” no Ministério da Educação, mas apenas e tão somente algo que decorre daquilo, mas é muito mais grave. Nossa evasão escolar atinge índices mais que indecentes, pois chega a 60%.Diante disto, indecentes são aqueles que festejam uma realidade econômica que esconde o desastre que se avizinha, se não mudarmos o rumo rapidamente.

11
jan
2012

O exemplo a seguir

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7:56

Diversos governos estaduais e o governo federal deveriam aprender com o governador de Roraima, José de Anchieta Junior, como se combate mediante prevenção, as conseqüências trágicas decorrentes de excessivo volume de chuvas, como vem acontecendo nas ultimas décadas em nosso Pais, por fatores climáticos. Deveria dizer, para ser direto, que o desequilíbrio da natureza decorre da agressão que ela sofre continuadamente a partir da ação do homem. Roraima, como todos sabemos sofreu no ano passado uma das maiores enchentes de que se tem noticia na historia daquele estado. A capital Boa Vista, ficou com praticamente 70% de seu perímetro urbano embaixo d`água, com a maioria da população recolhida em abrigos improvisados, ou ilhada em pequenos pedaços de terra em locais mais altos. Pois bem, diante de tamanho sofrimento da população e da demora do escoamento das águas, da constatação de que a falta de um sistema de drenagem eficiente  e de uma ação que contemplasse obras de contenção de encostas, foi a causa de grande parte dos problemas enfrentados pela população o governador tão logo baixaram as águas determinou o inicio de todas as obras e medidas necessárias para prevenir e defender as pessoas da ação de novas enchentes que certamente acontecerão, mas não mais causarão os prejuízos e o sofrimento do passado. Determinou também Anchieta Jr., a aceleração de um programa de construção de casas populares, que vise atender as necessidades de moradia das famílias que já estão sendo realocadas das áreas de risco. Nesta época do ano chove pouco em Roraima, mas lá não acontece como no resto do Brasil, onde só se fala em prevenção de catástrofes após elas acontecerem, as pessoas morrerem soterradas ou virarem desabrigados sem nenhuma  perspectiva de vida, as obras que servirão para proteger a população dos danosos efeitos das chuvas torrenciais, estão em pleno andamento e quando forem necessárias já estarão prontas. Uma imagem que tenho na memória a toda hora, é aquela do rompimento de parte de uma rodovia no estado do Rio de Janeiro e que causou um enorme dano material e em vidas. E o rompimento da rodovia que servia também como barragem de contenção do rio, vejam que absurdo!,ocorreu pela segunda vez. Pois bem, o que me chama a atenção é que como em todas as rodovias do Pais, o sistema de construção das mesmas, foi mudado, em prejuízo do interesse publico, decorrente de “acordos” entre empreiteiros canalhas e administradores públicos do mesmo naipe. Explico: Se vocês caros leitores observarem bem as imagens do trecho da estrada que rompeu, verão que a camada de asfalto foi colocada em cima da terra, sem nenhuma base de sustentação, como macadame, macadame hidráulico, e sequer há drenagem. Antigamente, antes dos empreiteiros se tornarem donos da maioria dos governos, corrompendo políticos e administradores públicos de todos do níveis, uma rodovia era feita com sub base, base, de saibro, que impermeabilizava o leito de argila e depois macadame com três camadas de pedra, e a  imprimação já era feita na camada de pedra que servia de base para a capa asfáltica e que era de uma espessura condizente com as necessidades da rodovia. Bem mas isto custava muito caro, pois ao que me lembro na BR 277, quando do seu asfaltamento, da base até a capa asfáltica havia uma camada de diversos materiais com  espessura de mais de meio metro. Ai, administradores e empreiteiros corruptos, mudaram as especificações dos projetos e as rodovias são construídas para não durarem nada, para que a cada ano seja necessária fazer reparos e com isto mais dinheiro publico vai para o ralo da corrupção. Aqueles que estão pensando que com esta modificação  o custo das mesmas diminuiu, sinto muito estão enganados, pois o preço aumentou e muito.

10
jan
2012

É hora de agir

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8:24

 

Quero partir da premissa de que o governador Beto Richa, tem agido de boa fé e com interesse de resolver os problemas de sua administração, muitos deles herdados dos anos da truculência e trevas. Mas se assim ocorre, certamente  ele esta sendo ludibriado, antes de mais nada por alguns empreiteiros que dominam o governo, como de resto sempre o fizeram desde muitos anos. Vejam só, no caso das concessões do pedágio e em especifico na questão das obras anunciadas pelo governador em trechos de rodovias  pedagiadas, como aquele em que ha meses, segundo anuncio, inclusive festivo do próprio governador, as obras de duplicação iriam ter inicio nos dias seguintes a festa  e até agora nem sinal de obras se nota no trecho. Ou alguém por acaso esta vendo as mesmas no trecho entre Medianeira e Matelandia? E tem mais, a decantada  e muitas vezes já paga duplicação daquele “trechinho”, sequer vai chegar a Matelandia, pois o mesmo ficará na entrada da cidade no lado oeste. Sabem por que? Bem, duplicar dentro de perímetros urbanos é mais caro e  mesmo sendo os usuários do pedágio os que pagarão as obras pela enésima vez, a concessionária que na verdade, é quem manda e decide tudo, resolveu “malandramente” deixar para depois a duplicação do perímetro urbano de Matelandia, primeiro arrecadando mediante “extorsão” via pedágio, para depois e quando quiser  continuar a duplicação. Sim, pois após duplicado aquele “trechinho”, a  tarifa aumentará em todo o trecho, portanto obras podem ficar para depois, como ficaram até agora e a  segurança nas rodovias também, pois os donos de concessionárias não andam de carro nas mesmas, certamente sabedores do perigo e por conseguinte não tem risco de morrerem acidentados, na verdade  eles só viajam em jatos  executivos. Aviões estes, diga-se de passagem comprados e custeados com dinheiro de maracutaias realizadas com o Poder Publico, ou sonegação de tributos, o que ocorre sistematicamente nas praças de pedágio, onde não controle algum sobre  a arrecadação, pois ninguém fiscaliza o numero de veículos que por ali passam. Bem, as outras “obrinhas”, uma no Norte, onde os acidentes acontecem por hora e o desvio do perímetro urbano de Campo Largo, ficaram até agora só nos discursos e na boa intenção do governador. De outro lado esta a má fé dos empreiteiros, que quanto mais tempo demorarem para iniciar as obras mais arrecadarão com o pedágio e o povo que continue morrendo nas estradas. E o desrespeito é tamanho com os usuários de rodovias, que como os donos das empresas que vendem os acessos pelo sistema “Via Facil”, e assemelhados, são os mesmos, eles criam dificuldades nas praças de pedágio, deixando apenas poucas cancelas funcionando, principalmente nos dias de grande movimento, para obrigarem os usuários a contratarem o sistema e ao mesmo tempo para demitirem empregados que deveriam atender as cancelas. Estas e outras ilegalidades mais graves e criminosas, são alguns dos problemas que o governador precisa resolver com urgência. É hora de agir.

13
dez
2011

Saindo da U.T.I.

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8:50

Na semana passada, fomos surpreendidos pela ação de baderneiros que invadiram o plenário da Assembleia Legislativa, numa tentativa de “encurralar” deputados governistas, que são a maioria naquele Poder, com objetivo de impedirem a aprovação de mensagem do governador na qual ele pedia autorização legal para contratar organizações sociais, para assumirem a responsabilidade de responderem por serviços nas áreas de cultura e saúde publica, preferencialmente. A baderna foi patrocinada pelo PT, que arrebanhou baderneiros profissionais em varias partes do Pais, mas esqueceu-se de que na esfera federal, tanto Lula, como a Dilma, tem sido os maiores patrocinadores deste tipo de contratação. Dilma inclusive chegou a elogiar a pratica. Dois aspectos há que se realçar no episódio. O primeiro deles, sem duvidas é a tentativa do governador Beto Richa para colocar em funcionamento vários hospitais públicos, que existem apenas nos prédios construídos pelo Requião, mas que não os equipou e sequer contratou pessoal para colocá-los em funcionamento.Sempre é bom lembrar a demagogia do Requião, quando dizia que os hospitais que ele estava construíndo, seriam os melhores, mais aparelhados do Brasil e com quadro funcional invejável. Na verdade a construção dos prédios já foi uma “lambança”, com denuncias de fraudes etc., desde o processo licitatório. Mas agora o atual governador, pretende colocar os hospitais em funcionamento e daí encontra forte oposição daqueles que apoiaram Requião na construção dos hospitais com “lambança” e tudo.Esta certo o governador, contudo precisa apenas ficar atento ao tipo de organização social que o Estado irá contratar, para não acabar como aquela que o Requião contratou,que pertencia ao Rodrigo Rocha Loures, o I.B.Q.P., Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, cujo objeto no estatuto social, não define qual a sua finalidade do que se deduz que é um mero instrumento de picaretas destinado a “assaltar” o tesouro publico, como foi o caso da contratação feita então pelo DER.Alias o Tribunal de Contas esta debruçado no assunto e já existem decisões determinando devolução de dinheiro ao tesouro publico. Esta certo, também o governador, pois sabe que o problema da saúde publica é a falta de gestão e não de recursos, nem sequer de instalações ou equipamentos. A falta de gestão na administração publica é uma constante e decorre dos absurdos direitos e garantias que advém com a investidura via concurso publico. É preciso que aja periodicamente avaliação do funcionário publico, sem o que os serviços prestados só se deterioram, pela falta de interesse do titular do cargo. Infelizmente a grande maioria dos funcionários, não buscam a melhora da carreira via preparo, estudo e dedicação. É bem verdade que o Poder Publico, também é culpado desta situação, quando não remunera e sequer reconhece o esforço daqueles funcionários que se dedicam, criando condições e estimulando os que realmente prestam serviços e muitas vezes relevantes ao País. Mas voltando aos dias atuais, repito que o governador esta certo e merecedora de elogios foi a postura do deputado Waldir Rossoni, presidente da Assembléia Legislativa, na forma como conduziu as sessões daquele Poder, quando da baderna patrocinada pelo PT e seus asseclas. Rossoni, foi duro na defesa das prerrogativas legais, mas não caiu na armadilha de reagir com violência, as provocações violentas, que chegaram a pratica de crime quando da invasão do plenário e da depredação do patrimônio publico. Ao final, a mensagem foi aprovada, com isto ganham aqueles  que precisam de atendimento da saúde publica e que terão mais opções a sua disposição. Ganha também a cultura, pois antes de mais nada é preciso dizer que corríamos o risco do fechamento de museus, como o M.O.N., por absoluta falta de condições legais para  mantê-lo aberto.Alguém haverá de pensar  que estou inventando historia, pois até hoje funcionaram os museus e portanto assim continuariam. Pode até ser verdadeiro este pensamento, mas o funcionamento estaria eivado de ilegalidades, como as que o governo anterior teimou em patrocinar.

23
nov
2011

Existe de norte a sul do Pais, um clamor popular, contra o “assalto” que é praticado contra as pessoas que por alguma razão freqüentam nossos aeroportos. Se forem de veiculo próprio e tiverem que utilizar estacionamento, são roubadas já na cobrança da tarifa pela guarda do carro. E ainda correm sério risco de terem o carro depenado pela ação de ladrões e trombadinhas que dominam aqueles recintos. A novidade é o roubo de rodas. Vou relatar-lhes agora um fato que presenciei no aeroporto Afonso Pena em São José dos Pinhais. Na semana passada, quando ia embarcar para Brasilia, em razão do aeroporto estar fechado devido a neblina, fui obrigado a ficar por lá, alem do tempo normal de espera, assim como centenas de pessoas que também iam embarcar para destinos diversos. Num determinado momento, durante a longa espera, quando eu me encontrava no andar onde estão localizados os restaurantes, chamou-me a atenção a movimentação de uma senhora que se fazia acompanhar de duas crianças, seus filhos. A mulher estava exaltada e falava alto, reclamando de alguma coisa que lhe causou indignação. Aproximei-me para saber o que acontecia e constatei que a reclamação da mulher decorria da conta que um “garçon” lhe apresentara, no valor de R$ 35,00. Achei que mesma era a soma de três refeições, pois ali estava a mulher e seus dois filhos, que, embora crianças, poderiam perfeitamente terem consumido aquele valor em alimentos. Agora pasmem, caros leitores, qual foi minha incredulidade, bem como a de outras pessoas que ali estavam, quando nos foi dito e constatamos na nota fiscal, que o valor cobrado referia-se a apenas e tão somente um sandwich. Quero repetir, para reiterar o roubo, praticado contra aquela senhora, que era cobrada em R$ 35,00 por um sandwich. Se isto não for roubo o que é? E tem mais o gerente do estabelecimento, desculpou-se pelo valor cobrando, alegando que ele era decorrente da enorme tributação que incidia sobre o restaurante e os bens e serviços vendidos ali. É verdade, que a cobrança de impostos no Brasil, assemelha-se a uma “derrama” que resultou na Inconfidência Mineira. Hoje vivemos situação idêntica ou até pior, pois a mesma ficou insuportável e impagável. Também o custo cobrado pela Infraero para uso das instalações nos aeroportos é exorbitante e há ainda que considerar que as mesmas estão em péssimas condições e os terminais de passageiros estão piores que rodoviárias. Mas, daí a cobrar por um sanduíche R$ 35,00 é caso para policia e vou alem, de prisão, pois esta ai caracterizado crime contra a economia popular no mínimo. Isto acontece, porque não há concorrência, por que não há fiscalização e porque o governo é cúmplice, pois fica com ponderável parcela do assalto praticado dentro dos terminais aeroportuários e portanto quanto mais extorsão mais faturamento e maior a parte do governo. E vejam que ainda não citei outra roubalheira institucionalizada que é a “taxa de embarque”, cuja arrecadação ninguém sabe para onde vai. Alias, do que se arrecada nos aeroportos brasileiros e podem crer é muito, ninguém presta contas e o que se sabe, quase diariamente diz respeito a corrupção dentro da Infraero. As fraudes em licitações são publicas, a roubalheira esta institucionalizada e a situação dos serviços cada vez pior. E ainda tem absurda exploração das empresas aéreas, que fazem o que querem desrespeitam a tudo e a todos, mandam no governo, cobram taxas até na emissão de passagens, entulham os aviões de passageiros e fica tudo por isto mesmo. Na verdade, é preciso que se diga as pessoas que utilizam aeroportos no Brasil só não são roubadas, pelos serviços de taxi, quando usam aqueles crdenciados para tal fim. No mais, a pouco tempo do Mundial de futebol, a lambança corre solta, com aproveitadores, atravessadores e toda uma escoria sendo figuras principais nesta ópera bufa que estão montando.

11
out
2011

Alguns dias atrás, escrevi neste espaço a respeito dos problemas graves que obstruem toda a logística de transportes de nosso Estado, causados pela inoperância da A.L.L.- America Latina Logisltica, que na privatização da Rede Ferroviaria Federal, ficou a concessão para exploração do transporte ferroviário, então explorado pela estatal. Com isto, a única linha férrea não privatizada em nosso Estado, a Ferroeste, acabou confinada a região Oeste, tendo como seu domínio apenas o trecho entre Cascavel e Guarapuava, dependendo para atingir o Pôrto de Paranaguá de autorização da concessionária, para fazer o percurso.No caso, alem da autorização, o maior problema da Ferroeste, localiza-se no trecho entre Guarapuava e Ponta Grossa, pelas péssimas condições da ferrovia, cujo traçado por ser muito antigo, não permite o transito dos modernos comboios ferroviários. Sobre este assunto, já escrevi varias vezes e não o farei novamente agora para não cansar a paciência de vocês, caros leitores. Escrevi, também a respeito das reais possibilidades do transporte das safras paraguaias, bem como do seu volume de importações via marítima, serem desviadas para portos argentinos, os quais seriam alcançados por ferrovia cuja construção esta para ser autorizada pelo governo paraguaio, cansado com os problemas existentes no Brasil para se chegar a Paranagua´. Se o transporte e uso do porto pelos paraguaios for desviado para a Argentina, nossa economia sofrerá prejuízo. Na verdade, para que as coisas fiquem um pouco melhor e possamos manter o fluxo do transporte paraguaio para o pôrto, é preciso antes de mais nada retificar o trecho da ferrovia conhecido como desvio Ribas e claro melhorar as condições da mesma em todo o seu percurso entre Guarapuava e Ponta Grossa a começar pela troca dos dormente apodrecidos ou estragados e a fixação dos que estiverem em boas condições, mas que estão soltos sobre a linha férrea. Imaginem, como é feito o percurso dos trens nos dias de hoje com as péssimas condições da linha. E quem tem que fazer é a A.L.L., pois no contrato de concessão que lhe foi outorgado, consta o compromisso de reforma do trecho em questão. Na semana passada, foi informado que o Governo Federal, havia decidido determinar a A.L.L. o comprimento do contrato, sob pena da concessão ser cassada. Se isto ocorresse, seriam uma enorme vantagem para nossa economia, pois certamente o trecho passaria para o domínio da Ferroeste e poderíamos enfim ter uma acesso ferroviário ao pôrto em condições modernas e que atendessem as necessidades de todos os usuários da ferrovia. Mas enquanto isto não acontece, é preciso que tornemos publicas as inconfessáveis intenções da A.L.L., que comprometem inclusive nossa soberania. Como sabemos a A.L.L., detem também o domínio dos principais tramos ferroviários argentinos e lá os mesmos estão em muito melhores condições, pois eles eram mantidos pelo governo antes da privatização em perfeitas condições.Em razão disto, os investimentos nas linhas são apenas para manutenção, ao contrario do Brasil, onde as mesmas precisam de modernização que implica em recuperação, quase total. Vai daí que como a concessionária pouco se importa pelos problemas do Brasil e não deseja investir para melhorar algo que explora em quaisquer condições, ela esta inclusive participando dos esforços no sentido de ser construída a ferrovia paraguaia para desviar o fluxo do transporte guarani de nosso Pais. O mínimo que o Brasil deveria fazer é cassar toda a concessão da A.L.L. e ainda processar seus proprietários por traição.Deu para entender porque não há solução para o estrangulamento no transporte ferroviária no Paraná? Sem resolver este serio problema, não há como cumprirmos acordos com os paraguaios no setor de transportes e sequer de darmos vazão as nossas safras produzidas no Oeste, bem como as do Mato Grasso, que buscam o porto de Paranaguá para exportação. A política da A.L.L., no Brasil é de terra arrasada.Isto é manter todas as linhas e comboios ferroviários sem nenhum investimento para melhorar o serviço, manter a manutenção e o custeio no mais baixo nível, razão porque são sistemáticos os acidentes inclusive com vitimas fatais e com isto obter o maior lucro possível. Na verdade é um crime de lesa pátria, que até hoje esta sendo ignorado pelos governos. Mas, o estado que mais tem prejuízos com esta nefasta ação da A.L.L. é o Paraná, pois nós alem do desleixo dela nas linhas que comprometem a ação da Ferroeste, ainda temos o prejuízo direto sofrido por nossa ferrovia que esta dependente da boa vontade da A.L.L.. Claro, que alem da ação condenável da concessionária, sua política de terra arrasada no transporte ferroviário, encontra aliados muito fortes em solo paranaense, que dominam o transporte, notadamente o das cooperativas. Mas isto é assunto para outra matéria.