Quando tomo conhecimento das besteiras, que deputados de oposição andam falando, pelo Estado afora, penso que esta explicado o índice de rejeição a eles e ao Poder que representam. Agora, certamente por não saberem como exercer um mandato ou, talvez por quererem a ribalta a qualquer custo, deram de criticar o governador, porque deixou superavit no caixa do Estado para este ano. E os números são bons, pois passam de 1 bilhão, que a oposição diz que será aplicado em obras neste ano eleitoral na tentativa de conseguir apoio para eleger correligionários. Bem, antes de mais nada, criticas até deveriam ser feitas, se fosse constatado déficit no caixa do tesouro e quanto a aplicação dos recursos em obras a iniciativa é mais que louvável, muito pior se criminosamente fossem destinados recursos públicos para praticas conhecidas como “mensalão”, não acham, caros leitores? Ai vem o líder da oposição e critica o governador por estar fazendo política e preparando-se para apoiar seus candidatos no pleito municipal que se avizinha, com se isto não fosse parte do jogo democrático. Bem, nem quero perguntar o óbvio, a respeito do que fazem os políticos do PT, quando no exercício da função publica. Chego ao ponto de pensar que a postura destes deputados, sequer é de hipocrisia, ou de cinismo, é burrice mesmo. E esta burrice que faz com o povo perca a confiança em seus políticos e particularmente no legislativo. Vejam, por exemplo coisas, que ficamos sabendo a respeito de ações criminosas que acorrem dentro das Câmaras Municipais, que são de uma primariedade gritante. Câmaras Municipais, como de Guarapuava, Cascavel, Maringá, Londrina e principalmente de Curitiba, estão abaixo de qualquer critica. A pratica de deslizes, por desvios de conduta e coisas mais graves cometidas por vereadores, obriga o Ministério Publico a destinar parte do tempo de seus membros para vigiar, investigar e processar vereadores, que deveriam zelar pelo respeito a lei antes de mais nada.E porque mencionei o Ministério Publico, quando a priori, deveria ter apelado para a aplicação de leis que normatizam o exercício do mandato legislativo, tais como a lei orgânica do município, o regimento interno das Câmaras Municipais e o Dec.Lei Federal 201/67? Porque, “é chover no molhado”, pois não há como fazer com que vereadores investiguem e punam, quando necessário seus pares.Afinal são, com poucas e honrosas exceções todos “farinha do mesmo saco”, useiros e vezeiros na mesma pratica criminosa, a começar pela mais vulgar e corriqueira que é conhecida como “mensalinho”.A população então volta-se para o Ministério Publico e a Justiça na esperança de que ajam punições e que estas no mínimo sirvam como aviso aos futuros “navegantes”, que por coincidência serão eleitos este ano.Por isto, que é preciso um ação rápida da Justiça, pois as eleições serão em outubro. Mas retornando aos deputados de oposição, já que eles não tem nada melhor a fazer do que criticar o que foi feito de bom no Estado, bem que poderiam, denunciar e daí com autoridade e sem maniqueísmos, a insignificância dos recursos destinados no orçamento estadual para a agricultura. Ou propor lei na qual fosse reduzida em 40% a cobrança do IPVA, em razão da cobrança do pedágio em todo o Anel de Integração, que representa cerca de 40% da malha rodoviária estadual e federal no Estado. Como está, é bitributação. Ou ainda, proibir que as escolas estaduais imponham aos alunos a compra de materiais escolares com preços exorbitantes apenas por terem embagem e capas diferentes o que causa constrangimentos e muitos outros problemas aos pais que sem poder aquisitivo não podem atender ao apelo dos filhos. Alem é claro da discriminação, esta sim condenável decorrente pela diferença sócio econômica das crianças. Mas em momento algum, caros “companheiros” e ou stalinistas de boteco, pensem que estou sugerindo mudanças no conteúdo dos livros escolares. Poderia até sugerir, sempre para aqueles distribuídos pelo MEC, com o viéz esquerdizante, ou indutor de praticas homoxesuais. Pensem nestas sugestões, caros deputados de oposição, antes de se exporem ao ridículo ao fazerem criticas absurdas e infundadas.