Duca, É UM A HONRA SER SEU PRIMO!!!

Dizem que Deus convoca antecipadamente para o céu as melhores pessoas daqui do planeta. Até esses dias eu não acreditava nisso. Em verdade eu achava uma grande bobagem. No entanto, pelo que aconteceu com a nossa família faz pouco mais de 2 anos e agora, com o Duca, sou obrigado a dizer que isso é verdade. Aliás, é esta a única explicação possível para tentar explicar o que parece inexplicável.
Em toda minha vida não conheci ninguém que do Duca não gostasse. Tampouco conheci alguém que o Duca deixou de ajudar. Nunca vi um filho como ele. Duca é uma das melhores pessoas que conheci – por isso é tão difícil de aceitar sua partida. Em todos os piores momentos da minha vida, Eduardo De Castro Fico, pai do Duca, esteve ao meu lado.
Numa retrospectiva, quando era criança Duca parecia ter nascido para o futebol. Tinha com a bola uma intimidade ímpar. Jogou na seleção juvenil ao lado do Ronaldo Fenômeno. Foi camisa 10 e artilheiro do Flamengo com 16 anos. Tinha tudo para entrar para a história como jogador. Por uma sucessão de fatalidades isso acabou não acontecendo. Para liquidar de vez com o sonho de ser jogador, Duca teve um problema na coluna que o obrigou a passar por um procedimento cirúrgico e abandonar os gramados.
Mas ele não desistiu. Decidiu que seria treinador. E pra isso foi se preparar. Formou-se em Educação Física, fez cursos e estava muito próximo de conseguir seu primeiro título. Quando tudo parecia encaminhado, outra e última fatalidade. Eu perdi um primo. Um grande amigo. Tio Fico e Tia Ica perderam seu filho. Não posso imaginar a dor que eles estejam sentindo, mas posso dizer Tio e Tia, enquanto esteve por aqui Duca foi e continua sendo motivo de orgulho. Isabella De Castro Paulin lembre sempre disso: seu irmão foi um exemplo. E desse Duca jamais iremos esquecer!!!

 

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SALVE O PALMEIRAS!!!

Finalmente, Palmeiras campeão!!! Ao contrário do que poderiam supor os torcedores do Verdão, decidi escrever este texto para, em síntese, dizer que SIM, FOI MERECIDO. E o fundamental: o Palmeiras não foi campeão esse ano – o título começou a ser desenhado lá atrás. É fruto de competência administrativa. Saíram os amadores. Entrou quem entende de gestão.

As contratações foram acertadas. Cuca provou ser um excelente treinador e o torcedor palmeirense mostrou que fez a sua parte. Vamos aos números: média de público na Arena Palmeiras: 30 mil pessoas, Arrecadação da Arena: 136 milhões de reais. Aumento de mais de 500% no número de sócios-torcedores – são aproximadamente 128 mil atualmente. Resultado? Palmeiras, com folga, campeão brasileiro. Os números são incontestáveis.

Não havia, como noutras épocas, um craque. Havia sim um grande e unido elenco. Havia, e aqui reside o ponto fundamental, um cidadão chamado Paulo Nobre – esse sim merece todas as homenagens e fez a diferença. É de gente assim que o futebol precisa. Para citar apenas um exemplo; quando o Palmeiras precisou, emprestou 200 milhões de reais ao clube. Recebeu cada centavo de volta. A conta foi, portanto, integralmente paga.

Quando houve problemas com a construtora que administra a Arena do Palmeiras, Nobre cogitou, em conjunto com alguns amigos, comprar o estádio, algo próximo de 600 milhões de reais. Ressalto: Paulo Nobre não doou seu dinheiro ao Palmeiras. Apenas emprestou a grana para que o plano/projeto pudesse ser executado com perfeição. E, sem nenhuma dúvida, cumpriu seu objetivo. Nobre enxerga longe. Além de tudo em ordem, já deixou um elenco excepcional para 2017 – e tudo isso sem quebrar ou endividar o Palmeiras.

Parabéns ao Palmeiras. Foi, realmente, merecido. Eu, como corinthiano que sou, fico agora na torcida para que Nobre deixe o Palmeiras o mais rápido possível. Se ele continuar lá, ano que vem o Verdão pode até conquistar o inédito título de campeão mundial. Sem Nobre meus amigos, será como no filme estrelado por Tom Cruise: Missão Impossível. Mas aí já é outra história…

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LEVANTEM AS MÃOS. É UM ASSALTO!!!

Chegamos então na tal “Black Friday”. Mas que dia é esse afinal? É um tradicional dia para o comércio dos EUA. Lá, eles comemoram amanhã o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving) e tradicionalmente, faz algumas décadas, após esse feriado, o comércio, para, entre outras coisas declarar aberto o período de compras que antecede ao Natal, abre Friday (sexta-feira) concedendo descontos incríveis. Algo como uma festa de ofertas para o consumidor.

E aqui?  Aqui faz pouco e numa tentativa vergonhosa de copiar o que fazem os americanos, na minha modesta opinião, é CASO DE POLÍCIA!!! Todos os anos os Procons são acionados. As fraudes e a maquiagem nos preços são quase que descaradas. O consumidor brasileiro, infelizmente, não sabe fazer contas ou tem memória muito curta. Sobra boa-fé para os nossos pobres cidadãos. Falta a tão conhecida malandragem à maioria da população. E refiro-me à boa malandragem e não ao mau caratismo. Falo do malandro homenageado na canção de Chico Buarque e não de bandidos. No dia da nossa Black Friday, no entanto, como aliás está na letra da música, parece que a nossa malandragem não existe mais.
Hoje mesmo vi um anúncio na TV que simboliza bem o que estou a afirmar. Um celular que tradicionalmente custa 699 reais, foi anunciado por, acreditem 799 na Black Friday. Mas como? Simples, maquiaram o preço original. Dizia a propaganda que o aparelho custava 1299. Fica difícil imaginar lesão maior ao consumidor que isso. Mas o assalto não fica restrito aos produtos eletrônicos. O brasileiro é roubado nesta black friday até no extrato de tomate ou no preço do bombril. Se continuar assim, vamos precisar do Sérgio Moro no comércio brasileiro. Quando vi a propaganda do celular lembrei do que Tom Jobim dizia: “o Brasil não é mesmo um país para principiantes”. Deus me livre…

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Pedro Muffato, mais do que um grande cascavelense. UM GRANDE BRASILEIRO!!!

 

Recebi semana passada, de presente e com dedicatória, o livro: MUFFATÃO – Histórias & Histórias de PEDRO MUFFATO. Quem me presenteou foi meu amigo Clovis Grelak, ninguém menos que o autor deste livro.

Li as 255 páginas em menos de 2 dias. De fácil leitura, engraçado, com ótimas ilustrações e um pra lá de didático sumário, o texto é, pois, uma delícia. A vida do empresário, do político, do piloto e do amigo Pedro Muffato é retratada com a mesma alegria que Pedro pilota até hoje seu caminhão na Fórmula Truck.
Alguns contos do livro eu já conhecia pela amizade entre meu pai e o Pedro. Outros – além de algumas geniais tiradas – o livro me contou. Quase ao final, um texto escrito pelo Dr. Roberto Wypych Júnior dá conta de resumir quem é Pedro Muffato: “é o cascavelense mais conhecido no Brasil e fora dele”.

Pedro é, incontestavelmente, um empresário muito bem sucedido. Quando se aventurou na política, ganhou as eleições que disputou. Foi, portanto, também nesse setor, um campeão. Como piloto, fez Cascavel existir para o automobilismo (nacional e internacional). É amigo pessoal de Nelson Piquet. Por absoluta justiça, carregou a chama olímpica quando por essas bandas ela passou.

Ainda hoje, mesmo com os apelos familiares para que abandone as pistas, Pedro segue competindo. Segue também como empresário, gerando empregos em vários estados do Brasil e segue – isso eu sei pelo que ouço do meu pai – um grande amigo e companheiro.
Meus parabéns pelo livro Clovis Grelak e claro, obrigado Pedro Muffato por tudo que você fez e representa.

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CHEGA DE NOTÍCIA RUIM, VOU FALAR DE COISA BOA!!!

Cansei de escrever sobre política. Não consigo mais nem ouvir falar de Lava-Jato e de tudo de ruim que anda acontecendo no Brasil. Resolvi inovar. Mas como? Decidi, de vez em quando, escrever sobre gastronomia, música e as baladas de Cascavel.
Ninguém aguenta mais frequentar os mesmíssimos lugares. Cascavel precisa se renovar. A maioria da cidade segue exatamente igual – como uma ou outra Tabacaria (que agora resolveu dar em árvore em Cascavel. Parece até farmácia. Tem uma por quadra). Mas a coisa começou a melhorar.
Essa semana, de saco cheio da mesma coisa e dos mesmos, compareci a Zoom Prime. Trata-se de um lugar aberto faz pouco no centro da cidade. Um mix de balada e lounge. Aconchegante. Com gente nova e, claro, gente bonita. Com poltronas confortáveis, espaço na medida exata e com a melhor acústica que ouvi, posso dizer que: SIM, EXISTEM LUGARES DIFERENTES, NOVOS E QUE MERECEM UMA VISITA EM CASCAVEL.
Quero deixar claro que, apesar de um grande amigo meu trabalhar lá, esse texto é escrito sem sequer que ele saiba e mais, por absoluto merecimento. O elogio e a recomendação, são, pois, espontâneos. Não faço ideia de quem seja o proprietário da casa, mas seja lá quem for, sabe das coisas. Fez o que, se eu fosse do ramo, faria.
Aplausos para a Zoom. Vaias para a mesmice. A cidade de Cascavel é a maior ganhadora no final das contas…

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ESTUDANTES. PAREM COM A PALHAÇADA!

Tinha prometido dar uma folga nos textos sobre política e economia. No entanto as invasões nas escolas e as diversas imbecilidades que tenho lido por aqui me fizeram quebrar essa promessa. Chamam de ocupação o que, em verdade, é invasão. Jovens que não sabem sequer fazer uma redação sobre o que fizeram nas “Férias” compraram o canalha e falso argumento segundo o qual a PEC 241 irá acabar com a educação do Brasil.
Mas o pior não é isso. O drama é que esses “rebeldes” sequer leram o texto do projeto de lei. Invadem a mando de grupos de esquerda ou porque “é bacana participar de eventos desse tipo”.
Não é possível, jamais, agradar a todos. Entretanto, é indiscutível que é preciso uma reforma fiscal gigantesca. É inegável que a Previdência não terá dinheiro para pagar pensionistas e aposentados num futuro muito próximo. É inquestionável que é preciso gastar melhor o dinheiro do contribuinte.
E nem me arrisco a ingressar no debate de quem seria o culpado por chegarmos nesse ponto. A resposta parece óbvia e intuitiva, mas não foram APENAS estes últimos governos. Todos têm uma parcela – maior ou menor – de culpa pela situação do país.
Aos estudantes – que se dizem de esquerda, mas jamais leram o Manifesto Comunista escrito por Marx e Engels em 1848 – uma sugestão: estudem galera e parem com essa palhaçada de invasão. Já não tá fácil. Com vocês atrapalhando fica ainda pior…

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